- Keir Starmer enfrenta pressão de ministros e MPs para definir um calendário de saída, transferindo o poder a Andy Burnham após a vitória no Makerfield.
- O primeiro-ministro garantiu que vai lutar para manter o cargo; membros do governo fiéis a Starmer sugerem anunciar planos de saída neste fim de semana.
- Um ministro afirmou que a saída de Starmer parece inevitável, em meio a queda nas pesquisas e a derrotas locais.
- Segundo a reportagem, cerca de 200 MPs estariam prontos para assinar a nomeação de Burnham, mesmo com a condição formal de 81 votos para a liderança.
- Aliados de Burnham enfatizam que Wes Streeting não deve lançar uma candidatura concorrente e pedem que o partido se una em torno de um único substituto.
Keir Starmer enfrenta pressão de ministros e MPs para evitar uma batalha interna e apresentar um cronograma para transferir o poder a Andy Burnham, vencedor com maioria expressiva no byelection de Makerfield. O premiêr é pressionado a anunciar planos de saída no fim de semana.
Segundo relatos, o mínimo exigido para uma liderança formal é o apoio de 81 deputados trabalhistas. Entretanto, fontes do Guardian indicam que cerca de 200 deputados estariam dispostos a assinar a candidatura de Burnham, se necessário.
Entre os apoiadores de Burnham, há ministros que já sugeriram a Starmer definir um calendário de saída. Ed Miliband e Shabana Mahmood teriam defendido essa linha, enquanto outros membros do gabinete são citados como buscando uma saída ordeira.
Desdobramentos
Burnham e aliados instruem Wes Streeting a não lançar uma candidatura concorrente, insistindo na unidade do partido em torno de um único herdeiro. O contexto inclui a recente queda de popularidade e derrotas locais, que ampliam a pressão sobre o líder atual.
Entre na conversa da comunidade