- Edinho Silva viaja a Minas Gerais neste sábado, 30, para discutir o palanque de Lula no estado e a possibilidade de reeditar a aliança com Kalil (PDT).
- A ideia é reuni-lo em Belo Horizonte para entender a leitura política dele e buscar uma aliança ampla que fortaleça a campanha no estado.
- O PT está oficialmente sem candidato a governador em MG, após Rodrigo Pacheco (PSB) recusar o convite; a recusa já estava prevista desde a semana passada.
- Edinho citou que a decisão de Pacheco criou um problema para o partido e afirmou que mudanças de tática dependem do PT mineiro; Marília Campos (PT) é pré-candidata a senadora e há conversas sobre Gabriel Azevedo (MDB).
- A plataforma de sugestões ao plano de governo de Lula ficará aberta até 30 de junho, com as fundações partidárias consolidando um documento a ser apresentado aos partidos e ao Tribunal Superior Eleitoral.
O presidente do PT, Edinho Silva, viaja neste sábado para Minas Gerais para tratar do palanque de Lula no estado. O objetivo é conversar com aliados e avaliar a possibilidade de reeditar a aliança com Kalil, pré-candidato a governador pelo PDT.
Edinho reconhece que a recusa de Rodrigo Pacheco criou um impasse para o grupo. O senador afirmou hoje que não será candidato em MG, o que já era esperado desde a semana passada, segundo o dirigente petista.
Em Belo Horizonte, o encontro com Kalil está na agenda. Edinho quer entender a leitura política do ex-prefeito e buscar uma forma de fortalecer a chapa para vencer a disputa estadual.
Palco em Minas e nomes cotados
O PT afirma que a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, é pré-candidata ao Senado e que mudanças na estratégia dependerão do PT mineiro. Outros nomes também aparecem em avaliação interna.
Edinho sinaliza abertura para conversar com o MDB, incluindo Gabriel Azevedo, cotado por uma ala do PT. A meta é dialogar com partidos aliados em busca de robustez da aliança.
Plataforma de propostas e calendário
Durante o lançamento de uma plataforma digital de sugestões para o governo de Lula, Edinho disse que o texto abrirá para contribuições até 30 de junho. Fundações partidárias deverão consolidar o documento.
Após esse prazo, o conteúdo será apresentado aos partidos para definir as medidas que integrarão o plano administrativo a ser submetido ao TSE. O objetivo é progressivo alinhamento de estratégias.
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