- Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse a jornalistas que se encontrou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, na Casa Branca, um dia após ter estado com o presidente Donald Trump.
- O objetivo da viagem foi reforçar a ideia de que facções criminosas do Brasil, como CV e PCC, devem ser declaradas organizações terroristas pelos EUA.
- Flávio afirmou que Rubio pareceu mais favorável à medida, embora não haja prazo definido para a implementação; segundo ele, Lula teria solicitado o atraso.
- A reunião com Rubio e Vance durou cerca de trinta minutos e contou com a participação de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo; a conversa ocorreu em inglês.
- O pré-candidato considera a viagem produtiva, mas não houve discussão aprofundada sobre regulação de big techs; Vance perguntou sobre liberdade de expressão no Brasil.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência, afirmou a jornalistas que se encontrou com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o vice-presidente dos EUA, JD Vance, na Casa Branca. Os encontros ocorreram na tarde de hoje, um dia depois do parlamentar ter registrado reunião com o presidente Donald Trump. O político publicou uma foto ao lado de Rubio.
Segundo Flávio, o objetivo foi reforçar a necessidade de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelos EUA. Ele disse que Rubio se mostrou mais favorável à medida, mas não houve anúncio de prazo para a adoção.
Rubio não assumiu compromisso temporal para a decisão. Flávio citou que, segundo ele, o pedido já vinha sendo considerado com Lula, mas sem definição formal. A conversa com Rubio durou cerca de 30 minutos e contou com a participação de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
Encontros com autoridades americanas
Vance perguntou sobre a situação da liberdade de expressão no Brasil, afirmou Flávio. Não houve discussão aprofundada sobre regulação de big techs, mas o senador comentou que o governo brasileiro busca restringir vozes nas redes sociais.
Para o pré-candidato, a passagem pelos EUA foi considerada frutífera e produtiva. Ele ressaltou ter sido recebido pelo presidente, pelo vice e pelo secretário de Estado, em duas viagens curtas de ida e volta entre Brasília e Washington.
Entre na conversa da comunidade