- A ministra dos serviços sociais, Amanda Rishworth, defende manter os aspectos lucrativos do programa de busca de emprego, em vez de eliminá-los, durante aparição no 7.30.
- A justificativa apresentada envolve mudanças para tratar a “qualidade variável” de provedores de emprego com fins lucrativos.
- A sessão de estimativas do Senado recebeu informações sobre o tema e novas defesas devem vir em breve.
- A comissária de eSafety informou que as investigações sobre cinco plataformas de redes sociais por não cumprirem a proibição para menores de 16 anos ainda não foram finalizadas.
- Ela afirmou não possuir uma “botão de multas” para cobrar sanções, sinalizando dificuldades para atuar rapidamente sobre as plataformas.
Austrália em foco nesta edição: a ministra de serviços sociais, Amanda Rishworth, defendeu, nesta quarta-feira, a manutenção dos aspectos lucrativos do programa de busca de emprego, alegando que a mudança visa tratar da qualidade variável dos provedores privados. A declaração ocorreu no programa 7.30 e ganhou destaque na cobertura política.
Rishworth afirmou que a opção por não eliminar completamente o modelo de fornecedores com fins lucrativos busca oferecer opções para quem procura trabalho, sem comprometer a assistência social. A posição contrasta com críticas sobre os impactos para os beneficiários.
O tema também envolve questões operacionais do programa de auxílio ao emprego, com debates sobre governança e fiscalização. A ministra enfatizou a necessidade de ajustar mecanismos para melhorar a qualidade dos serviços prestados aos beneficiários.
Investigações em plataformas de redes sociais
De acordo com a comissária de eSafety, as investigações sobre cinco plataformas de redes sociais ainda não foram concluídas. A responsável disse aos comitês do Senado que as apurações continuam em curso e não há data definida para encerramento.
A comissária observou que não existe um mecanismo imediato para impor multas, o que complica a resposta regulatória. O foco é ouvir os discursos das plataformas e entender como cumprir as regras voltadas ao público menor de idade.
As investigações visam verificar o cumprimento de medidas de proteção a menores, especialmente em relação a conteúdos e publicidade. Não foram divulgados nomes específicos das plataformas envolvidas, conforme o relato às autoridades.
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