- Governo já articula nova indicação de Jorge Messias ao STF após rejeição histórica no Senado.
- Encontro presencial ocorreu nesta segunda-feira (25): Messias, atual advogado-geral da União, e o senador Jaques Wagner discutiram o tema.
- Aliados dizem que o presidente Lula deseja tentar novamente colocar Messias na Corte.
- O jornalista Marcelo Weck publicou no portal Jota defendendo uma nova indicação, visto como indicativo de articulação em curso.
- O governo estuda brechas regimentais ou constitucionais para uma possível nova indicação ainda neste ano, diante do impedimento inicial no Senado.
Jorge Messias, hoje advogado-geral da União, tem a articulação do governo para uma nova indicação ao STF em curso após a rejeição histórica no Senado. O encontro entre Messias e o senador Jaques Wagner (PT-BA) ocorreu nesta segunda-feira, em Brasília, no primeiro encontro presencial desde o episódio.
Segundo apuração de aliados citados pela GloboNews, Wagner, um dos principais articuladores do governo no Congresso, reforçou o desejo do presidente Lula de tentar novamente indicar Messias para a Corte. A leitura é de que o Planalto mantém o nome como prioridade.
Ainda na segunda, houve menção pública de um posicionamento favorável a Messias em artigo publicado no portal Jota, defendendo a reapresentação do nome ao STF. A circulação desse texto é vista por integrantes do governo como sinal de alinhamento político.
A rejeição de Messias, ocorrida no Senado, foi considerada histórica por membros do governo, por ter sido a primeira derrota de um indicado ao STF desde a redemocratização. O episódio elevou o debate sobre planos futuros do Planalto.
Após a derrota, aliados de Lula defenderam manter Messias como prioridade para uma eventual segunda indicação. O argumento é de que a votação ocorreu em um contexto político adverso, não por falhas técnicas ou falta de qualificação.
Enquanto isso, o governo analisa o regimento interno do Senado, que pode impedir a recondução do indicado na mesma sessão legislativa. A equipe jurídica do Planalto estuda brechas regimentais ou constitucionais para viabilizar uma nova indicação neste ano.
Funções técnicas e estratégicas são avaliadas para reduzir riscos de novo impasse. Entre os temas pesquisados estão procedimentos de indicação, prazo e possíveis mudanças na articulação política com o Congresso.
Entre na conversa da comunidade