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Flávio Bolsonaro afirma ter pedido a Trump classificar PCC e CV como terroristas

Flávio Bolsonaro afirma ter pedido a Donald Trump a classificação de PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas, em encontro breve na Casa Branca

O senador Flávio Bolsonaro ao lado do presidente Donald Trump na Casa Branca, em 26 de maio de 2026 — Foto: Reprodução
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  • Flávio Bolsonaro afirmou ter pedido a Donald Trump, durante encontro na Casa Branca, que PCC e Comando Vermelho sejam classificados como organizações terroristas.
  • A reunião foi rápida; membros da comitiva disseram que documentos foram entregues a assessores da Casa Branca e que Flávio, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo entraram apenas para tirar foto.
  • Uma fonte disse que Trump não se levantou para recebê-los.
  • Segundo o blog de Valdo Cruz, o objetivo de Flávio incluía ainda discutir liberdade de expressão nas redes sociais no Brasil, tema com ligação entre os dois governos.
  • A viagem aos EUA foi articulada por Eduardo Bolsonaro junto à ala ideológica de Trump; ainda não está claro se os assuntos foram de fato abordados com o presidente.

O senador Flávio Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que pediu a Donald Trump, durante encontro na Casa Branca, que as facções PCC e Comando Vermelho sejam classificadas como organizações terroristas. A declaração foi feita após a viagem aos Estados Unidos, que começou na segunda (25).

Informações de membros da comitiva indicam que a reunião foi rápida. Segundo relatos, documentos foram entregues a assessores da Casa Branca, e Flávio, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo teriam entrado apenas para uma foto. Não houve confirmação de que Trump tenha se levantado para recebê-los.

A reportagem aponta que a pauta incluía ainda possíveis pautas sobre liberdade de expressão nas redes sociais brasileiras. O tema foi citado por fontes próximas à comitiva, vinculadas ao entorno ideológico de Trump, sem confirmação de andamento na prática.

Contexto e desdobramentos

A viagem foi articulada por Eduardo Bolsonaro junto a aliados de Trump, com atuação de uma ala ideológica do governo norte-americano. Eduardo está nos EUA há mais de um ano e figura em investigações no Brasil envolvendo financiamento e articulações internacionais.

No Brasil, a divulgação da proximidade entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, gerou repercussão. Pesquisas recentes apontam variações na avaliação do eleitorado, que refletem o momento político da campanha.

Perspectivas e impactos políticos

A viagem visa, segundo apuração, consolidar uma agenda positiva para Flávio e para o grupo, buscando desviar o foco de críticas recentes. As informações indicam que a reunião no meio diplomático permanece em aberto quanto aos resultados práticos para as pautas propostas.

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