- Trump afirmou que, se houver acordo com o Irã, será “grande e significativo” ou não haverá acordo, em 25 de agosto.
- O presidente criticou o acordo de paz anterior (JCPOA) e disse que o novo acordo deve ser verificável, duradouro e funcionar de fato.
- Ele reiterou que o Irã não deve ter armas nucleares e que os EUA não permitirão que isso aconteça.
- Trump afirmou que os Estados Unidos estão dispostos a negociar e abertos a um acordo duradouro e verificável com o Irã.
- Ele destacou que o esforço visa garantir que o Irã não tenha armas nucleares e que não haja ameaças à segurança mundial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que um eventual acordo de paz com o Irã será “grande e significativo” ou não haverá acordo. A declaração foi feita durante pronunciamento aos questionamentos sobre o JCPOA, acordo nuclear anterior.
Trump ressaltou que o novo acordo seria diferente do caminho descrito como desastre pela administração anterior. Segundo ele, o acordo atual deve ser verificável, duradouro e capaz de impedir o Irã de obter armas nucleares.
O presidente afirmou ainda que os EUA estão dispostos a negociar com o Irã e que o país será aberto a um acordo que seja duradouro e verificável. Reforçou que o Irã não deve possuir armas nucleares e que os Estados Unidos não permitirão tal possibilidade.
Contexto das negociações
Trump enfatizou que o acordo em negociação visa evitar novas ameaças à segurança mundial. Ele repetiu que o Irã não deve ter armas nucleares e que essa posição guia a postura americana nas conversas. O objetivo, segundo ele, é um acordo verificável e com garantias.
As declarações foram feitas sem citar datas específicas de continuidade das negociações. Não houve anúncio de acordo formal nem confirmação de participação de terceiros nas tratativas entre EUA e Irã.
O pronunciamento ressalta a posição dos EUA sobre o equilíbrio entre sanções, verificações e garantias de que o Irã não desenvolva armas nucleares. A reiterada ênfase de Trump foi: evitar armas nucleares iranianas e manter a segurança internacional.
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