- O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse que o presidente Donald Trump não fará um mau acordo com o Irã e que as negociações seguem, dependendo da resposta oficial de Teerã.
- O petróleo Brent caiu quase seis por cento, para cem dólares? Wait, must keep exact: 97 dólares. Let’s ensure: “97 dólares” por barril, ante a possibilidade de um acordo.
- O petróleo Brent caiu quase 6%, para 97 dólares por barril, diante da perspectiva de um possível acordo entre EUA e Irã.
- No sul do Líbano, um soldado israelense morreu, totalizando vinte militares mortos desde o início da ofensiva contra o Hezbollah; outro ficou gravemente ferido.
- A ofensiva israelense contra o Líbano já deixou mais de 3.150 mortos, incluindo crianças, em meio a um cessar-fogo de 45 dias que foi prorrogado recentemente.
- Rubio afirmou que a diplomacia norte-americana tem apoio internacional e que a questão do Líbano e da fronteira com Israel é tratada separadamente, com contatos diários entre os governos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou na madrugada desta segunda-feira que o presidente Donald Trump não fechará um acordo ruim com o Irã, destacando que as negociações seguem, pois o sistema interno de Teerã precisa de mais tempo para respond er. A declaração ocorreu enquanto as conversas sobre um possível pacto ainda não tinham conclusão, segundo Rubio. A notícia provocou variação no mercado: o petróleo Brent caiu quase 6%, para cerca de 97 dólares por barril, com entrega em julho, diante da perspectiva de acordo.
Rubio explicou que o processo depende da resposta oficial do governo iraniano e que não há pressa para fechar um acordo. Ele afirmou que a proposta norte-americana permanece firme, buscando abrir canais para liberar os estrechos e iniciar uma negociação multilateral sobre o programa nuclear, com prazo limitado. O alvo é estabilizar a região sem comprometer os interesses dos EUA na área.
O chanceler destacou apoio internacional ao esforço, reforçando que há aceitação regional ao plano. Em sua visita oficial à Índia, Rubio disse que a diplomacia dos EUA mantém contatos com várias partes envolvidas, inclusive para temas ligados ao Líbano e à fronteira com Israel, separados da tramitação iraniana. Em paralelo, o foco em Teerã permanece central para possíveis desdobramentos.
Conflito no Líbano e impacto regional
O Exército de Israel informou a morte de mais um soldado no sul do Líbano, elevando o total para 20 desde o início da ofensiva contra o grupo Hezbollah. O sargento Nehoray Leizer, de 19 anos, era engenheiro e morreu em combate; outro soldado ficou gravemente ferido no mesmo episódio. A ofensiva israelense continua com destruição de aldeias e confrontos com o Hezbollah.
Os números oficiais indicam que a ofensiva, iniciada em 2 de março, já deixou mais de 3.150 mortos entre civis e militares, segundo fontes locais citadas por agências. No último levantamento, domingo, houve mais 28 mortes, entre elas crianças, em meio a ataques intensos na região. A região permanece sob tensão, apesar de um cessar-fogo de 45 dias negociado entre as partes com mediação de terceiros.
Estados Unidos atuam como mediador no acordo de alto o fogo, que foi prorrogado por mais 45 dias em 15 de maio. A gestão do conflito entre Israel e Hezbollah segue por vias distintas das tratativas com o Irã, segundo autoridades dos EUA. O tema do Líbano permanece separado das negociações com Teerã, conforme observações do secretário de Estado.
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