- O líder do Partido Nacionalista Vasco (PNV), Aitor Esteban, afirmou que é “muito difícil” Sánchez concluir a legislatura e chamou a continuidade após 2026 de “irresponsável” por uma agenda descontrolada e judicializada.
- Novos dados da investigação sobre o resgate da companhia Plus Ultra e sobre o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero alimentam críticas ao governo, segundo o PP.
- As eleições gerais estão previstas para o próximo ano, conforme reiterado pelo presidente.
- Fontes do PNV dizem que não apoiarão uma moção de censura que, por ora, o PP descarta apresentar, mas Esteban defende a necessidade de antecipar as eleições devido aos obstáculos ao governo.
- Esteban destacou que há nove casos abertos, com Zapatero entre eles, e afirmou que o cenário atual prejudica a imagem da política e a estabilidade governamental.
A líder do PNV, Aitor Esteban, acusou nesta domingo que manter Sánchez no poder até o fim da legislatura seria irresponsável diante de uma agenda descrita como descontrolada e judicializada. Ele fez as declarações durante ato do partido em Durango.
A crítica acontece em meio a novos dados apresentados pela investigação sobre o resgate da companhia aérea Plus Ultra e sobre o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero, que foi colocado como imputado pelo juiz José Luis Calama, da Audiencia Nacional. A UDEF, Unidade Central de Delinquência Econômica e Fiscal, encaminhou um relatório com informações adicionais sobre o caso.
Fontes do PNV indicaram que o partido, que possui cinco deputados no Congresso, não pretende apoiar eventual moção de censura que o PP pode apresentar. Mesmo assim, Esteban afirmou que o atraso eleitoral seria justificado pelos obstáculos enfrentados pelo governo.
Segundo Esteban, os escândalos judiciais envolvendo o governo prejudicam a imagem da política e a estabilidade governamental. Ele afirmou que a situação atual é grave e que a navegação sem rumo, sem orçamento e sem maioria estável torna difícil concluir a legislatura.
O líder jeltzale enfatizou que o cenário atual exige responsabilidade e apontou que, diante das investigações em curso, manter a agenda atual ultrapassa 2026 sem um rumo claro poderia agravar a crise política. As eleições gerais, segundo ele, deveriam ser consideradas diante do contexto.
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