- Em Guarujá (SP), pré-candidatos da direita Ronaldo Caiado, Renan Santos e Aldo Rebelo apresentaram propostas para economia, segurança e relação entre os poderes em fórum com empresários.
- Caiado participou por vídeo devido ao tempo, destacando que um governo de entregas com aprovação popular é essencial para impedir o retorno do PT.
- Renan Santos afirmou a necessidade de superar a polarização, reduzir despesas públicas e colocar o Brasil entre as cinco maiores economias em trinta anos.
- O pré-candidato criticou o papel do Judiciário, defendendo que o STF seja apenas guardião da Constituição, com fim de decisões monocráticas e combate a esquemas de escritório ligado a ministros.
- Rebelo disse que o problema do país é institucional, defendendo uma reforma do Judiciário via emenda constitucional e um governo de conciliação para reduzir desigualdades.
Em um fórum realizado no Guarujá, no litoral de São Paulo, pré-candidatos da direita apresentaram propostas de reformas econômicas e defenderam uma agenda para reduzir a polarização. O evento ocorreu neste sábado (23) e reuniu empresários dos setores público e privado. O ex-ministro Aldo Rebelo, o deputado Renan Santos e o senador Ronaldo Caiado participaram, com Caiado enviando uma fala em vídeo.
O objetivo central foi discutir a reorganização entre Executivo, Congresso e Judiciário, buscando caminhos para uma governance menos conflituosa e mais estável. Os participantes destacaram a necessidade de ampliar o debate sobre economia, segurança e a atuação institucional para projetar um Brasil mais competitivo no cenário internacional.
Caiado, que não pôde estar presencialmente devido às condições climáticas, ressaltou a importância de apresentar ao país um conjunto claro de ações que possam merecer aprovação popular. Ele enfatizou a urgência de um governo de entregas para impedir retorno de políticas associadas a períodos anteriores, com foco na redução da violência, no combate à corrupção e no fortalecimento das instituições.
Renan Santos criticou os governos recentes e reforçou que o Brasil precisa superar a polarização. O pré-candidato defendeu disciplina fiscal para gerar credibilidade nas contas públicas e traçou metas para colocar o país entre as cinco maiores economias globais em três décadas. Além disso, criticou a atuação do Judiciário como última instância legislativa e pediu regras para evitar decisões concentradas.
Aldo Rebelo apontou a “interdição institucional” como entrave ao desenvolvimento e defendeu uma reforma do Judiciário iniciada por uma emenda constitucional no início do próximo governo. Ele rememorou estratégias históricas de conciliação para sustentar o crescimento e reduzir desigualdades, defendendo um governo de unidade nacional que preserve divergências, mas avance em consensos para enfrentar os desafios do país.
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