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PF detalha ação de Castro para favorecer Refit durante jantar em NY

Decisão do STF aponta cooperação integral do estado para favorecer a Refit, incluindo troca de secretários, derrubada de interdições e jantar de Castro com Ricardo Magro em Nova York

Ex-governador do Rio de Janeiro Claúdio Castro (PL) — Foto: Divulgação/Governo do RJ
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  • STF, por meio de decisão assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, detalha atuação de Cláudio Castro para favorecer o Grupo Refit.
  • O documento afirma que houve cooptação integral do estado do Rio de Janeiro para atender interesses privados, incluindo troca de secretários estaduais.
  • A atuação também incluiu intervenções para derrubar interdições federais na Refinaria de Manguinhos.
  • A decisão descreve jantar em Nova York entre Cláudio Castro e Ricardo Magro, dono da Refit, alvo da operação.
  • A Polícia Federal realizou a operação nesta sexta-feira, 15, ligada à atuação de Castro e do grupo Refit.

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, atuou para favorecer o Grupo Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, durante o período em que ocupava o cargo. A afirmação consta de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) assinada pelo ministro Alexandre de Moraes.

A PF deflagrou uma operação na sexta-feira (15) para apurar condutas associadas a essa atuação governamental. De acordo com o documento, houve uma cooptação integral do estado para atender interesses privados ligados ao grupo Refit.

Segundo a decisão, Castro promoveu mudanças na gestão estadual, incluindo substituições de secretários e ações para derrubar embargos federais que atingiam a refinaria. O objetivo seria favorecer a empresa vinculada ao grupo Refit.

Detalhes da cooptação e do encontro em Nova York

Entre os elementos descritos, há menção a um jantar em Nova York, nos Estados Unidos, no qual Castro teria se reunido com Ricardo Magro, proprietário da Refit. Magro figura como um dos principais acionistas do grupo e está entre os alvos da operação.

O documento aponta que as ações tinham relação com interesses privados e com a atuação do estado para privilegiar o grupo Refit. A investigação segue apurando o papel de outros agentes públicos e privados envolvidos.

A PF informou que a ação visa esclarecer a suposta rede de favorecimentos e as circunstâncias em que decisões administrativas teriam impactado a refinaria. O andamento do caso depende de novas diligências e de eventuais desdobramentos judiciais.

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