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Jeremy Corbyn diz ter sido alvo de golpe no Labour e abusos

Corbyn relembra expulsão do Labour e analisa cenários de liderança, em meio à resistência interna e à corrida de possíveis candidatos

‘I wouldn’t vote for any of them,’ said Corbyn, then checked himself, adding: ‘I would alway vote.’
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  • Corbyn relembra o “coup” do Labour em 2016, dias após o referendo, com 21 demissões e pressão pública sobre ele.
  • Uma reunião do partido teve momento de constante hostilidade; ele descreve como uma hora de abuso vindo de colegas.
  • A moção de rejeição foi aprovada por 172 a 40; Corbyn dizem ter decidido não renunciar, deixando que os membros decidam.
  • O trecho cita o papel da esposa de Corbyn e o apoio da família, destacando o clima de crise interna e o paralelo com a situação de Keir Starmer.
  • Sobre candidatos à liderança, menciona Wes Streeting, Andy Burnham e Angela Rayner; avalia perspectivas deles e reforça prioridades como bem-estar, educação, moradia e paz, criticando gastos com defesa.

O ex-líder trabalhista Jeremy Corbyn relembrou a crise interna que viveu no Labour, em 2016, após o referendo da União Europeia. O episódio ficou marcado pela pressão contra ele, com pedidos de demissão de aliados e um ambiente tenso na bancada.

Segundo Corbyn, o jornal The Observer trouxe à tona a tentativa de renúncia coletiva da equipe dele, articulada por Hilary Benn. Benn confirmou a manobra, o que levou Corbyn a pedir que Benn saísse do grupo de liderança.

No Domingo da revelação, o líder recebeu uma enxurrada de mensagens de colegas anunciando desligamentos do seu secretariado. Corbyn descreveu o momento como intenso e disse ter anotado as demissões para depois lidar com a situação.

Confronto interno no Labour

Na segunda-feira, a reunião do Labour em Westminster foi descrita como extremamente áspera, com acusações contra Corbyn. Um moção de confiança foi aprovada por 172 votos a 40 contra ele, que não pretendia renunciar.

Apoios de aliados próximos chegaram por telefone, e Corbyn lembrou que foi eleito com maioria clara. Apesar da pressão, ele afirmou que os membros deveriam decidir o destino dele, não o acaso de pressões externas.

O que vem a seguir no fôlego político

Corbyn destacou que, ao longo dos anos, recebeu suporte da base, incluindo de familiares, e que o episódio não o fez recuar politicamente. Ele critica o atual rumo do partido e indica que votaria, sob condições de avaliação de economia, direitos, paz e meio ambiente.

O ex-líder também mencionou que o atual líder Keir Starmer precisa se manter visível e comunicar suas propostas. Em relação às possíveis candidaturas, avaliou que Wes Streeting, Andy Burnham e Angela Rayner são nomes com cenários diferentes, sem confirmar apoios específicos.

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