- Marina Silva (Rede) disse que a decisão sobre a segunda vaga no Senado de São Paulo ainda está em processo, e que a disputa é entre ela e Márcio França.
- A declaração ocorreu durante o 3º Fórum Mulheres na Política, em Limeira (SP), nesta sexta-feira (15).
- Ela citou que a pré-candidatura ao governo do estado já está definida para Fernando Haddad, com Simone Tebet também mencionada, e que a segunda vaga é alvo de debate entre ela e França.
- Marina destacou a importância da participação feminina na política e afirmou que o grupo acredita oferecer contribuição relevante à chapa majoritária.
- Ela lembrou a sub-representação de mulheres no Congresso Nacional, com 18% das cadeiras em cada casa, mesmo sendo a maioria da população.
A ex-ministra Marina Silva disse que a definição sobre quem disputará a segunda vaga ao Senado por São Paulo nas eleições de outubro de 2026 ainda está em discussão. A fala ocorreu durante participação no 3º Fórum Mulheres na Política, em Limeira, interior de São Paulo.
Segundo Marina Silva, a cadeira da segunda vaga na chapa majoritária fica entre ela e Márcio França, seu ex-colega de governo. Ela mencionou que já há pré-candidatura de Fernando Haddad para o governo do Estado e de Simone Tebet para o Senado, mas a decisão final sobre a segunda vaga ainda depende do grupo.
A declaração foi feita durante o evento que reuniu lideranças para debater participação feminina e violência política de gênero. A ex-ministra ressaltou a importância de o grupo se posicionar na cena política e de a Rede PSOL, em conjunto, oferecer uma candidata forte para o governo de São Paulo.
Marina Silva destacou a legitimidade de todos os integrantes do grupo se associarem à política, enfatizando a contribuição da federação Rede PSOL na chapa majoritária. Ela afirmou que a aliança busca uma resposta adequada ao final do processo.
Participação feminina no Congresso
A ex-ministra comentou sobre a sub-representação das mulheres no Congresso, apesar de representar mais da metade da população. Entre deputados e deputadas, a participação feminina hoje é de 18%, assim como nos senadores. Ela afirmou que é essencial ter mulheres representando os direitos das pessoas.
Entre na conversa da comunidade