- O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a Pequim nesta quarta-feira 13 com Elon Musk e outros executivos para pedir que a China abra seu mercado às empresas americanas, em seu primeiro encontro bilateral desde 2017.
- O grupo inclui Elon Musk (Tesla e SpaceX), Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing); Jensen Huang juntou-se durante escala no Alasca; o avião Air Force One pousou às 19h50 locais.
- Trump afirmou, em Truth Social, que pediu a Xi Jinping para “abrir a China” e permitir que empresas americanas avancem; o porta-voz chinês Guo Jiakun disse que a China recebe Trump de forma cordial e está disposta a ampliar cooperação, respeitando as diferenças.
- A cúpula discutirá a prorrogação da trégua na guerra de tarifas entre os dois países, além de divergências sobre terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e Taiwan.
- Também está prevista uma “longa conversa” sobre o Irã; Trump quer pressionar a China a influenciar Teerã para uma solução pacífica, enquanto a China atua como parceira estratégica na região.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou nesta quarta-feira a Pequim acompanhado de executivos de empresas estrangeiras, com a meta de abrir o mercado chinês para companhias norte-americanas. Este é o primeiro encontro bilateral desde 2017 entre os dois governos.
A comitiva incluiu Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, além de Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing). Jensen Huang, da Nvidia, juntou-se ao grupo durante escala no Alasca. O avião Air Force One aterrissou no local por volta das 19h50, no horário de Pequim.
Trump deverá ser recebido pelo presidente Xi Jinping no Palácio do Povo, na praça Tiananmen, na manhã de quinta-feira. O foco central é estimular cooperação econômica e discutir avanços para reduzir as diferenças entre as duas nações.
Agenda e perspectivas
A reunião bilateral aborda a prorrogação da trégua na guerra de tarifas, além de temas como terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e Taiwan. A China sinaliza abertura a cooperação, mas mantém reservas sobre mudanças regulatórias.
Perspectivas sobre o Irã
Também está no radar uma longa conversa sobre o Irã, em meio ao conflito regional iniciado com ataques ao Golfo. Os EUA pressionam a China a usar influência para buscar uma saída diplomática, apesar de divergências sobre sanções e comércio.
Ambiente econômico e contexto
Fontes oficiais descrevem o encontro como período de negociações intensas, com recepções e reuniões bilaterais previstas. Enquanto isso, o secretário do Tesouro americano e o vice-primeiro-ministro chinês realizavam consultas econômicas na Coreia do Sul, em sinal de alinhamento estratégico entre decisões de governo e setor privado.
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