- Marcello Lopes, conhecido como “Marcelão”, assume o marketing da campanha de Flávio Bolsonaro com a condição de não integrar eventual governo.
- A equipe é descrita como técnica e liderada pelo ex-ministro Rogério Marinho, com nomes como Walter Longo, Toninho Neto e Marcos Carvalho na comunicação.
- Marcelão afirma não ter perfil para gestão pública e não pretende ocupar uma pasta; já atuou na Casa Militar do governo do Distrito Federal entre 2011 e 2014.
- Ele é fundador da agência Cálix Propaganda, que atende o Banco de Brasília e cuidou da Secretaria de Comunicação do governo de Tarcísio de Freitas, e planeja se licenciar da presidência da empresa para a campanha.
- Amigo próximo de Flávio Bolsonaro, frequentam a mesma igreja em Brasília; Marcelão diz que fará sugestões, mas a nomeação caberá ao irmão.
Marcello Lopes, conhecido no meio político como Marcelão, assumiu o comando do marketing da campanha de Flávio Bolsonaro com uma condição: não integrar o governo caso haja vitória. Ele afirma que sua atuação é ontem na iniciativa privada e que não pretende ocupar cargos públicos.
A coordenação de comunicação foi estruturada como uma equipe técnica, sem um marqueteiro único. Rogério Marinho é apontado como líder da estratégia. O grupo inclui Walter Longo, Toninho Neto e Marcos Carvalho, nomes já vinculados à publicidade e a campanhas anteriores.
Marcelo Lopes foi escolhido recentemente para liderar a comunicação da campanha. Ele não vê possibilidade de atuar na gestão pública, reforçando que o foco é a área privada. Sua passagem anterior pela vida pública ocorreu na Casa Militar do governo do DF, entre 2011 e 2014, durante a gestão do PT.
Após deixar o governo local, Marcelão fundou a agência Cálix Propaganda, sediada em Brasília. A empresa atende clientes como o Banco de Brasília e cuidou da comunicação de São Paulo na gestão de Tarcísio de Freitas. Lopes planeja se licenciar da presidência da agência para dedicar-se integralmente à campanha até o início de junho de 2026.
A relação de longa data com Flávio Bolsonaro inclui participação em atividades religiosas comuns e viagens. Em janeiro de 2026, Marcelão acompanhou Flávio a Israel, indicando alinhamento próximo. Ele afirma que continuará sugerindo nomes, mas que a decisão final caberá a Flávio, que terá a responsabilidade de compor a equipe.
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