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Conselho de Ética da Alep aprova cassação do mandato de Renato Freitas

Cassação de Renato Freitas avança para a CCJ e pode resultar na perda do mandato, após parecer do Conselho de Ética com apenas um voto contrário

O deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) – Foto: Valdir Amaral/Alep
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  • O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná aprovou parecer que recomenda a cassação do mandato do deputado Renato Freitas (PT); a palavra final cabe ao plenário.
  • O episódio que pode motivar a cassação aconteceu em novembro de 2025, com Freitas envolvido em confusão com um manobrista no centro de Curitiba, alegando reagir a uma tentativa de atropelamento contra ele e a esposa grávida.
  • O relatório foi assinado pelo deputado Márcio Pacheco (Republicanos) e teve apenas uma oposição, do deputado Doutor Antenor (PT); houve sugestão de penas alternativas sem sucesso.
  • A próxima etapa é a Comissão de Constituição e Justiça da Alep, antes do plenário, onde a cassação ocorrerá por maioria absoluta se aprovada; Freitas afirma que recorrerá à CCJ e classifica o caso como perseguição política.
  • Além desse processo, Freitas já foi punido anteriormente pelo Conselho com suspensão de prerrogativas por 30 dias, e outros dois episódios, envolvendo protesto e atrito com Pacheco, também serão analisados pela CCJ.

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná aprovou um parecer que recomenda a cassação do mandato do deputado Renato Freitas, do PT. A decisão final cabe ao plenário, e o parlamentar já informou que vai recorrer.

O episódio em análise ocorreu em novembro de 2025, no centro de Curitiba, após uma confusão envolvendo Freitas e um manobrista. O deputado afirma ter reagido a uma suposta tentativa de atropelamento da esposa grávida.

O relatório foi assinado pelo deputado Márcio Pacheco, do Republicanos, com apenas um voto contrário, do deputado Antenor (PT). O colegiado enviou o texto à Comissão de Constituição e Justiça da Alep, etapa obrigatória antes do plenário.

Próximos passos

A CCJ analisará o pedido antes de o tema ir ao plenário, onde a cassação depende de maioria absoluta dos votos. Freitas informou que continuará fightando o processo, alegando perseguição política.

Freitas também acumula punições anteriores pelo mesmo Conselho de Ética, que já suspendeu suas prerrogativas por 30 dias após duas representações. Um dos casos envolve protesto em uma loja de rede de supermercados; o outro envolve discussão com Pacheco e um assessor.

O parlamentar afirmou que a ação é uma vingança de Ademar Traiano, ex-presidente da Alep. Freitas caracteriza o caso como “perseguição política sistemática” e enfatiza que vai recorrer à CCJ.

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