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Sarwar apela a líderes de Holyrood para evitar divisão por Farage e Reform

Sarwar convoca líderes de Holyrood a manter oposição credível ao SNP, após Labour ficar em segundo empatado com Reform

Anas Sarwar: ‘It’s my intention to make sure there is a credible opposition that holds the SNP’s feet to the fire.’ Photograph: Andrew Milligan/PA
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  • O líder trabalhista da Escócia, Anas Sarwar, pediu que os dirigentes não ataquem Nigel Farage e disse que o papel deles é ter uma oposição credível que cobre a SNP.
  • A SNP venceu pela quinta vez consecutiva em Holyrood, com 58 MSPs; o Labour e a Reform UK empataram em segundo, com 17 MSPs cada.
  • Sarwar afirmou que não acredita na intenção da Reform de apenas dividir e que trabalhará com partidos que compartilham a mesma visão para fiscalizar o governo.
  • A Reform pode obter assentos em comitês e abrir perguntas ao primeiro-ministro, mas todos os outros partidos descartaram alianças com a Reform; John Swinney disse que não convidará a Reform para negociações.
  • Swinney deve apresentar um projeto de lei para permitir que Holyrood tenha poderes para realizar um segundo referendo, enquanto o SNP e os Greens destacam a provável maior maioria pró-independência; houve discussões sobre casos de visto estudantil de um MSP do Green.

O líder trabalhista escocês Anas Sarwar pediu aos líderes de Holyrood que não se concentrem em Nigel Farage, enfatizando que cabe ao oposicionismo credível fiscalizar o governo do SNP. O objetivo é manter a oposição atuante e objetiva, não dividir o Parlamento.

O SNP conquistou a quinta vitória consecutiva em Holyrood, somando 58 membros, enquanto o Labour ficou empatado em segundo com Reform UK, com 17 MSPs cada. Sarwar afirmou que não compactua com a ideia de criar divisão e que trabalhará com partidos que compartilhem de seu ponto de vista.

No debate visto pela BBC Scotland, Sarwar evitou comentar o futuro de Keir Starmer à frente do Labour e afirmou que tem trabalho a fazer. Ele destacou que o Parlamento deve entregar resultados aos eleitores e cobrar promessas do governo do SNP.

Crítica e alianças no parlamento

Segundo Sarwar, Reform não tem o papel de construir políticas consistentes; a oposição deve ser responsável e coesa para manter o SNP sob escrutínio rigoroso. A intenção é formar uma frente parlamentar que promova ações efetivas para a população da Escócia.

A composição parlamentar abre espaço para o SNP, que fica sete cadeiras abaixo da maioria, depender de apoios de outras forças para aprovar leis. Swinney já lembrou negociações orçamentárias com Greens e Lib Dems em passadas, reforçando o tom de cooperação, sem relações com Reform.

Thomas Kerr, líder adjunto do Reform no país, criticou Sarwar e Swinney por interesse político antes do retorno ao plenário, acusando-os de posturas inadequadas. Ele afirmou que a situação é antidemocrática e sem base para negociações claras.

Referendo e calendário

Especula-se que Reform tente ampliar seu grupo com novas deserções para pressionar o Labour; Offord confirmou que não haverá novas substituições de conservadores. Kerr defendeu que a bancada não precisa de treinamento midiático para atuar no parlamento.

Màiri McAllan, do SNP, apontou a magnitude do histórico apoio à independência aliado aos Greens, destacando a importância de o Parlamento ter poderes para um eventual segundo referendo. Swinney prometeu apresentar, na próxima semana, um projeto de lei para ampliar poderes de Holyrood nesse tema.

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