- Eduardo Bolsonaro acusou Nikolas Ferreira de desalinhamento após o deputado mineiro compartilhar conteúdo de perfis alinhados à direita que não apoiariam a candidatura de Flávio Bolsonaro, na quinta-feira 2.
- Em resposta, Nikolas respondeu com “kkk”, o que Eduardo interpretou como deboche, levando o ex-deputado a publicar um desabafo acusando desrespeito e oportunismo.
- Michelle Bolsonaro entrou no tema de forma indireta, ao publicar conteúdos envolvendo Nikolas nas redes, reforçando a percepção de divisão interna no grupo.
- Flávio Bolsonaro tentou conter o desgaste em vídeo, pedindo união e foco em um objetivo comum, sem tomar partido diretamente no momento.
- O episódio se soma a desentendimentos anteriores entre as lideranças do bolsonarismo, evidenciando disputas por protagonismo, estratégia digital e alinhamento político dentro do grupo.
O desentendimento público entre figuras da base bolsonarista ganhou novos capítulos nas redes sociais. Eduardo Bolsonaro acusou Nikolas Ferreira de desalinhamento ao compartilhar conteúdos de perfis alinhados à direita, vinculando o gesto à candidatura de Flávio Bolsonaro.
O conflito ganhou peso após Eduardo criticar apoiadores do filho, que reagiu com um simples “kkk”. O ex-deputado reagiu acusando desrespeito e oportunismo, dizendo que Nikolas estaria impulsionando conteúdos que não ajudam a consolidação da candidatura de Flávio.
Michelle Bolsonaro entrou no debate de forma indireta ao compartilhar conteúdos envolvendo Nikolas, gesto interpretado como apoio ao deputado. Interações com publicações do congressista reforçaram a percepção de fissura interna.
Reação de Flávio e tom de conciliação
Flávio Bolsonaro publicou um vídeo pedindo união e foco em objetivos comuns, sem tomar partido diretamente. Nikolas respondeu em tom conciliador, sinalizando disposição para seguir colaborando.
O histórico de atritos mostra desavenças anteriores. Em julho de 2025, Eduardo criticou Nikolas por suposto desengajamento em pautas defendidas pelo grupo, incluindo questões internacionais. A tensão ressurgiu em fevereiro de 2026.
Eduardo também ampliou críticas a governadores da base, defendendo alinhamentos mais firmes com pautas ligadas à anistia a Jair Bolsonaro e sugerindo menos ênfase em negociações econômicas. O episódio atual indica disputas por protagonismo e estratégia digital.
Contexto interno do bolsonarismo
A crise expõe divergências sobre liderança, definição de pautas e alinhamento entre aliados próximos. O episódio demonstra como disputas internas impactam a percepção pública e o funcionamento da base para a corrida presidencial.
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