- Flávio Bolsonaro afirmou em vídeo que não pretende acabar com o Pix caso seja eleito presidente.
- Disse que o Pix é “patrimônio brasileiro” e comentou declarações de Lula, que afirmou que “o Pix é do Brasil” após relatório dos EUA.
- O relatório norte‑americano aponta supostas barreiras às negociações dos EUA no Brasil, citando Pix, regulação de plataformas digitais e outra pauta.
- O vídeo também traz a alegação de que o governo atual tentou taxar o Pix; esse rumor já foi desmentido pela Receita Federal em 2025 e 2026.
- O senador disse que o Pix é legado do presidente Bolsonaro; na prática, o desenvolvimento ocorreu na gestão de Michel Temer, com o lançamento em 2020.
Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio de Janeiro, afirmou em vídeo divulgado nesta sexta-feira que não pretende abolir o Pix caso seja eleito presidente. A declaração ocorre em meio a críticas internacionais ao sistema de pagamentos brasileiro.
O conteúdo tem relação com um posicionamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já havia dito que o Pix é do Brasil e que não permitirá mudanças abruptas no sistema. O episódio surge após um relatório dos Estados Unidos apontar entraves ao interesse comercial americano no país.
O relatório norte‑americano cita, além do Pix, questões regulatórias de plataformas digitais e a chamada “taxa das blusinhas” como entraves ao ambiente de negócios. A acusação de que o governo atual tentaria taxar o Pix foi desmentida pela Receita Federal em momentos anteriores.
Flávio também foi alvo de correções sobre a origem do Pix. Embora o sistema tenha sido lançado em 2020, o desenvolvimento foi conduzido ao longo da gestão de Michel Temer, em 2016 a 2018, e não apenas durante o governo anterior.
Contexto eleitoral
A eleição de outubro envolve Flávio Bolsonaro contra Lula, com pesquisas indicando um empate técnico entre os dois. Ronaldo Caiado também aparece como candidato relevante na disputa.
Relação com investigações e perspectivas externas
Não é a primeira vez que autoridades estrangeiras mencionam o Pix em contexto de investigação de práticas comerciais. Em anos recentes, o tema já esteve em pautas de órgãos como a autoridade comercial americana, atrelando-o a discussões sobre mercado de etanol, fiscalização ambiental e propriedade intelectual.
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