- Secretaria da Segurança Urbana: sai Orlando Morando e entra a delegada Juliana Bussacos.
- Secretaria da Casa Civil: sai Enrico Misasi e entra o vereador Paulo Frange.
- Secretaria da Habitação: sai Sidney Cruz e entra Diogo Soares, atual presidente da Cohab.
- Secretaria de Esportes: sai Rogério Lins e entra a ex-jogadora de vôlei Érika Coimbra.
- Ex-secretários vão tentar vaga na Câmara dos Deputados; regra da Justiça Eleitoral determina afastamento mínimo de seis meses antes das eleições, com prazo que encerra em 4 de abril de 2026.
A Prefeitura de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira, as alterações nas secretarias municipais após a saída de seis titulares para disputar as eleições. A medida acompanha a troca de comando para o período que antecede o pleito de outubro.
Entre as mudanças, a pasta da Segurança Urbana passa a ser comandada pela delegada Juliana Bussacos, ex-chefe da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher. A escolha é vista como alinhada a pautas de defesa da mulher e segurança no município. O atual secretário Orlando Morando deixa o cargo.
Os demissionários da prefeitura também têm mudança de rumo. O vice-prefeito, coronel Mello Araújo (PL), não participou do lançamento, afirmando ter sido avisado apenas na véspera, segundo informações ao portal UOL.
Mudanças anunciadas
- Secretaria de Segurança Urbana: sai Orlando Morando; entra Juliana Bussacos.
- Secretaria da Casa Civil: sai Enrico Misasi; entra o vereador Paulo Frange.
- Secretaria da Habitação: sai Sidney Cruz; entra Diogo Soares, atual presidente da Cohab.
- Secretaria de Esportes: sai Rogério Lins; entra a ex-jogadora Erika Coimbra.
- Secretaria do Verde e do Meio Ambiente: sai Rodrigo Ashiuchi; entra Wanderley de Abreu Soares Júnior, atual secretário-adjunto.
- Secretaria do Turismo: sai Rui Alves; entra Gustavo Lopes, advogado.
Quem assume os cargos passa a integrar o acompanhamento do governo, com foco na gestão de ações para o período eleitoral. Os ex-titulares buscam agora vaga na Câmara dos Deputados, conforme o calendário eleitoral.
A Justiça Eleitoral estabelece que pessoas em cargos com poder de decisão devem deixar funções no mínimo seis meses antes das eleições, o que, para 2026, é 4 de abril. O recorte temporal impacta a continuidade de nomes em cargos estratégicos.
A série de mudanças ocorre em meio a avaliações de desempenho e negociações políticas de apoio à campanha eleitoral no estado. A prefeitura não divulgou balanço específico sobre metas por secretaria neste anúncio.
Entre na conversa da comunidade