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Trump busca saída da guerra, diz professor

Trump busca saída da guerra; analista destaca pressão de aliados, possibilidade de operação terrestre limitada e risco de bloqueio do Estreito de Hormuz elevar o petróleo

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  • Sandro Teixeira Moita afirma que Trump está pressionado e busca uma “porta de saída” para a guerra entre EUA, Israel e Irã.
  • O professor diz que Israel e Irã têm estratégias mais definidas, enquanto Trump oscila entre paz e escalada, sem controle claro da situação.
  • A possibilidade de uso de tropas terrestres não é descartada, mas há resistência pública nos Estados Unidos a uma invasão ampla.
  • Países europeus e do Golfo discutem alternativas nos bastidores, incluindo uma missão neutra para patrulhar o Estreito de Hormuz.
  • Risco de interrupção de rotas marítimas pode elevar o preço do petróleo, com estimativas de até 200 dólares o barril se o Estreito de Bab-el-Mandeb for bloqueado.

Donald Trump busca uma saída para o conflito no Oriente Médio, segundo análise de Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares. Em entrevista ao UOL News, Moita afirma que o presidente americano está pressionado entre uma via de paz e uma escalada possível contra Irã, com Israel envolvido na equação.

O professor afirma que Israel e Irã já apresentam estratégias bem definidas, enquanto Trump aparece em posição instável, sem controle claro da situação e sob forte pressão de aliados na região. Segundo Moita, a influência de países do Golfo e de apoiadores próximos a Trump dificulta qualquer saída rápida.

Moita sustenta que o conflito pode redefinir a geografia política do Oriente Médio. O Irã busca garantias de não sofrer novas agressões, enquanto Israel quer neutralizar a ameaça iraniana. O professor cita a falta de uma visão de fim de conflito por parte dos EUA como fator de imprevisibilidade.

Possíveis cenários e apoio interno

Para Moita, a possibilidade de uso de tropas terrestres não pode ser descartada, com rumores de uma operação terrestre limitada para ocupar uma ilha no litoral iraniano. Contudo, ele ressalva que o apoio doméstico nos EUA para invasões é restrito e geografia favorece a defesa do Irã.

O especialista aponta que, mesmo com a possibilidade de ações no terreno, a accepted margem de manobra dos EUA é limitada. Ele afirma que a opinião pública americana tende a resistir a uma mobilização extensa, o que reduz chances de uma invasão de grande escala.

Europeus e demais parceiros do Oriente Médio discutem, nos bastidores, alternativas para evitar escalada. Entre as propostas, surge a ideia de uma missão neutra para patrulhar o Estreito de Hormuz, sem vínculo direto com os EUA, embora não haja acordo definitivo.

Impactos potenciais

Moita alerta para riscos de bloqueio de rotas marítimas, com impactos sobre o preço global do petróleo. Segundo ele, bloquear o Estreito de Bab-el-Mandeb poderia limitar drasticamente o suprimento mundial, empurrando o barril para patamares elevados, possivelmente acima de 170 dólares.

O UOL News é exibido de segunda a sexta, às 10h e 17h, com diferentes apresentadores. O canal também disponibiliza episódios aos sábados e domingos, com horários variados.

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