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Rui Costa critica gestão do pai de Flávio Bolsonaro como desastre

Rui Costa chama de 'desastre completo' o legado de Bolsonaro e propõe comparar governos Lula e Bolsonaro para esclarecer números

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, no desfile de 7 de Setembro
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  • O ministro da Casa Civil, Rui Costa, chamou o governo de Jair Bolsonaro de “desastre completo” em aspectos como economia, inflação, juros e desemprego, citando o mandato de 2019 a 2022.
  • Costa criticou o legado de Bolsonaro ao falar sobre o pré-candidato Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente, durante entrevista à GloboNews.
  • O ministro afirmou que não houve discussão sobre estratégias de comunicação para enfrentar adversários nas eleições e que os candidatos devem apresentar currículo e realizações.
  • Em reunião ministerial, ele defendeu a comparação entre os governos Lula e Bolsonaro e ressaltou a importância de tornar públicos dados e gráficos que indiquem avanços do governo Lula.
  • Na linha do Caso Master, Rui Costa criticou o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e afirmou que Daniel Vorcaro ganhou força durante a gestão de Campos Neto.

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, avaliou o desempenho do governo anterior e criticou o que chamou de desastre econômico durante a gestão de Jair Bolsonaro entre 2019 e 2022. A análise foi feita em referência ao legado de economicistas e políticas públicas implementadas naquele período, segundo ele, marcadas por inflação elevada, juros altos e desemprego.

Costa disse que, no momento, não houve discussão sobre estratégias de comunicação entre o governo e a pré-campanha de adversários. Ele afirmou que, em campanhas futuras, os candidatos deverão apresentar seus currículos e as realizações em benefício da população, sem antecipar planos de comunicação.

Durante reunião ministerial pela manhã, o ministro ressaltou a necessidade de comparar os governos Lula e Bolsonaro, destacando a importância de tornar visíveis dados que favoreçam o governo atual. Em seguida, reforçou que o povo tem o direito de conhecer os gráficos que embasam a comparação.

Costa negou críticas à Secom, elogiando o trabalho da secretaria que, segundo ele, tem promovido uma virada positiva na comunicação do governo. Sobre a pré-candidatura de Ronaldo Caiado, o ministro afirmou que a situação eleitoral atual permanece muito polarizada e que a estratégia deve enfatizar comparações entre os governos.

Caso Master

Em relação ao chamado Caso Master, Rui Costa criticou o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto, apontando que Daniel Vorcaro ganhou influência durante a gestão anterior. Segundo ele, investigações devem esclarecer o caminho que levou Vorcaro ao setor bancário, com ligações às decisões tomadas na autoridade monetária.

Costa afirmou que o papel central do ex-presidente do Banco Central e de membros da diretoria envolve o surgimento de Vorcaro no cenário financeiro, com mudanças no relatório e ajustes em decisões administrativas. O ministro destacou que as investigações devem mapear o contexto que permitiu a ascensão no setor bancário.

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