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Alcolumbre solicita parecer jurídico antes de responder STF sobre CPMI do INSS

Alcolumbre solicita parecer jurídico da Advocacia-Geral do Senado antes de se manifestar sobre a prorrogação da CPMI do INSS determinada pelo STF

Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) — Foto: Carlos Moura/Agência Senado
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  • Davi Alcolumbre pediu parecer jurídico à Advocacia-Geral do Senado sobre a ordem do ministro André Mendonça para prorrogar a CPMI do INSS; o parecer deve ser entregue até quarta-feira (25).
  • Mendonça determinou a prorrogação por 120 dias; o prazo para encerrar as investigações vai até 28 de março.
  • Internamente, Alcolumbre viu a decisão como interferência do Judiciário no Legislativo, especialmente por ter prazo para cumprimento.
  • Caso haja recurso, a Advocacia do Senado pode pedir efeito suspensivo até o STF se manifestar; o julgamento está marcado para quinta-feira (26).
  • Somente após o parecer, Alcolumbre se pronunciará sobre a decisão de Mendonça.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pediu à Advocacia-Geral do Senado um parecer jurídico sobre a ordem do ministro do STF André Mendonça para prorrogar a CPMI do INSS. A decisão envolve investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas.

O parecer deve ficar pronto até quarta-feira (25). Só então Alcolumbre pretende se manifestar sobre a determinação de Mendonça.

Mendonça fixou prazo de 48 horas para o Senado oficializar a prorrogação da CPI Mista. A CPI tem prazo até 28 de março para encerrar as investigações, mas pode seguir por mais 120 dias, conforme a liminar.

Contexto e reação inicial

Internamente, Alcolumbre classificou a decisão como intervenção do Judiciário no Legislativo, com a medida condicionando cumprimento a prazo fixado pelo Judiciário. Um aliado mencionou frustração com o gesto.

Caso haja recurso, a Advocacia do Senado pode pedir efeito suspensivo até o plenário do STF se pronunciar sobre a liminar. O julgamento está agendado para esta quinta-feira (26).

Perspectivas e próximos passos

O plenário do STF pode ratificar ou rejeitar a decisão de Mendonça. Enquanto isso, o presidente do Senado aguarda o parecer jurídico para orientar o posicionamento institucional.

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