- O PSD ganha força para a candidatura presidencial de Ronaldo Caiado, com a desistência de Ratinho Júnior.
- Ratinho Júnior, governador do Paraná, anunciou que vai concluir o mandato e fica fora da corrida ao Planalto.
- A avaliação interna do PSD é de que Caiado tem marcas mais fortes para explorar como candidato, enquanto Ratinho não parecia motivado para disputar.
- O entorno de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, vê potencial para destacar bandeiras de Caiado, especialmente na segurança pública e no relacionamento com o agronegócio.
- Na Quaest de março, Ratinho Júnior tinha 7% no primeiro turno, Caiado 4% e Eduardo Leite 3%; no segundo turno, Ratinho registrou 33% contra 42% de Lula. (Governadores que disputarem devem renunciar até 4 de abril, seis meses antes do primeiro turno.)
O PSD ganhou força para a pré-candidatura de Ronaldo Caiado após a desistência de Ratinho Júnior. O governador do Paraná anunciou nesta segunda-feira (23) que vai concluir o mandato e não disputará a eleição presidencial. A avaliação interna é de que Caiado tem marcas fortes para explorar como candidato.
Ratinho Júnior era um dos três nomes citados pelo PSD, ao lado de Caiado e Eduardo Leite. O partido deve definir a sua posição ainda neste mês. Governadores precisam renunciar aos mandatos até 4 de abril para concorrer.
Fontes do PSD, ouvidas pelo blog, afirmam que Ratinho não demonstrava motivação para a disputa. A avaliação é de que Caiado carrega trajetórias relevantes, com foco em segurança pública e bom relacionamento com o agronegócio.
O entorno de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, entende que as bandeiras de Caiado podem ser exploradas com mais afinidade. A análise envolve o potencial de mobilização entre eleitores de áreas estratégicas.
Conversa entre Ratinho Júnior e Kassab já havia ocorrido, e a decisão do Paraná foi tomada após avaliação de pesquisas. Ratinho estava entre os nomes mais bem posicionados pelo partido.
Na pesquisa Quaest de março, Ratinho marcou 7% no primeiro turno, Caiado 4% e Leite 3%. Em eventual segundo turno, Ratinho tinha 33% contra 42% de Lula, com vantagem ainda menor em novembro.
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