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CPI do Crime Organizado rejeita quebra de sigilo de Paulo Guedes

CPI rejeita quebra de sigilos bancário e fiscal de Paulo Guedes por maioria, abrangendo dados de 2022 a 2026

O ex-ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes
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  • A CPI do Crime Organizado do Senado rejeitou o pedido de quebra de sigilos bancário e fiscal de Paulo Guedes por 6 votos a 2.
  • A defesa argumentou que a medida estaria fora do escopo da CPI.
  • O requerimento previa acesso a dados de 2022 a 2026, com base em informações do Coaf.
  • Na mesma sessão, a CPI aprovou convocar a influenciadora Martha Graeff e derrubou o pedido para ouvir Valdemar Costa Neto.

A CPI do Crime Organizado no Senado rejeitou hoje o pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Economia Paulo Guedes. A decisão ocorreu na sessão em que foram analisados os dados solicitados ao Coaf.

A maioria dos senadores votou contra o requerimento, com 6 votos favoráveis à rejeição e 2 contrários. A bancada argumentou que a medida estaria fora do escopo da CPI.

O requerimento previa acesso a dados financeiros de 2022 a 2026, com base em informações do Coaf. A finalidade era obter informações para apurar possíveis irregularidades envolvendo Guedes.

Na mesma sessão, a CPI aprovou a convocação de uma ex-noiva ligada ao banco Master, representante de Vorcaro, e derrubou o pedido para ouvir Valdemar Costa Neto, presidente do PL. As decisões integram as pautas do colegiado.

O placar e as motivações mostraram a leitura atual da CPI sobre o alcance de seus poderes para investigar dados financeiros sensíveis, sem comprometer a atuação institucional do ex-ministro.

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