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Trump diz que OTAN pode ter futuro ruim se aliados não ajudarem EUA sobre Irã

Trump alerta que a OTAN pode ter futuro "muito ruim" se aliados não ajudarem a abrir o Estreito de Hormuz, aponta Financial Times

U.S. President Donald Trump looks on during a round table on collegiate sports in the White House in Washington, D.C., March 6, 2026. REUTERS/Nathan Howard/File Photo
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou que a OTAN enfrenta um futuro “muito ruim” se os aliados não ajudarem a abrir o estreito de Hormuz, em entrevista ao Financial Times publicada no domingo.
  • Trump disse que pode atrasar a cúpula com o presidente da China, Xi Jinping, caso Pequim não coopere para desbloquear a rota marítima crucial.
  • O presidente afirmou que a China também deveria ajudar, já que obtém 90% de seu petróleo pelo estreito, e quer conhecer a posição de Pequim antes da visita.
  • Ele afirmou que países que se beneficiam da rota devem contribuir para sua segurança.
  • Em Paris, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, encerraram o primeiro de dois dias de negociações para avançar a trégua comercial e viabilizar a viagem de Trump a Pequim.

Donald Trump afirmou que a OTAN pode enfrentar um futuro “muito ruim” caso seus aliados não contribuam para abrir o Estreito de Hormuz, em entrevista publicada pelo Financial Times.

Segundo o presidente dos EUA, Washington poderia atrasar sua cúpula com o presidente chinês, Xi Jinping, enquanto pressiona Pequim a ajudar a desbloquear a rota marítima crucial. A reportagem cita a entrevista ao FT.

Trump destacou que países que tiram proveito do tráfego no estreito têm responsabilidade na segurança da passagem. Ele enfatizou que seria adequado que os beneficiários do canal contribuíssem para evitar problemas na rota.

Diálogo EUA-China

Na mesma linha, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, encerraram o primeiro de dois dias de negociações em Paris. O objetivo foi avançar a trégua comercial e viabilizar a visita de Trump a Xi no fim de março.

A equipe brasileira que acompanha as negociações afirmou que as conversas buscaram alinhar posições antes do encontro previsto entre Trump e Xi. A Casa Branca não respondeu de imediato ao pedido de comentário da Reuters.

As informações são apuradas por Reuters, com reportagem em Bengaluru e edição de Tom Hogue e Deepa Babington.

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