- A filiação de Dado Dolabella ao MDB Mulher foi anunciada na terça-feira, dia três, para disputar o cargo de deputado federal.
- A secretária nacional do MDB e presidente estadual do MDB Mulher/RJ, Kátia Lobo, divulgou nota condenando o anúncio.
- A líder disse que o movimento acontece em um momento delicado, com aumento de casos de violência contra a mulher e feminicídios, e que não representa as mulheres.
- Dolabella afirmou nas redes sociais que atuará por pessoas injustiçadas e citou casos envolvendo homens; disse não agir por vaidade e mencionou o senador Flávio Bolsonaro como alinhado às ideias dele.
- O ator tem condenação de dois anos e quatro meses de detenção em regime aberto por agressões à ex-namorada e à prima Marina Dolabella; houve medida protetiva contra Viviane Sarahyba em 2010 e, em 2008, Luana Piovani também pediu medida protetiva.
O MDB Mulher criticou a filiação de Dado Dolabella ao MDB, anunciada na terça-feira, 3, para disputar o cargo de deputado federal pela legenda. A reação foi divulgada na quinta-feira, 5, pela secretária nacional do MDB e presidente estadual do MDB Mulher/RJ, Kátia Lobo.
Segundo a nota emitida, Dolabella é visto pela sigla como um homem com histórico de violência contra mulheres, o que, na visão do MDB Mulher, contraria o que o grupo defende. A reação destacou ainda a percepção de que o momento é delicado, com crescimento de casos de violência contra a mulher.
Dolabella usou as redes sociais para falar sobre a pré-candidatura, afirmando que pretende defender pessoas que se sentem injustiçadas e citando casos envolvendo homens. O ator mencionou o senador Flávio Bolsonaro como alinhado às ideias que defende para o país, segundo relatos da pauta divulgada.
A trajetória do ator inclui condenação de 2 anos e 4 meses de detenção em regime aberto, por agressões contra a ex-namorada Marina Dolabella. Em 2010,Viviane Sarahyba, então esposa dele, obteve medida protetiva após denúncias de agressões. Em 2008, Luana Piovani também o denunciou, resultando em medida protetiva.
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