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Deputados aprovam convite a Haddad e Marinho para discutir fim da 6×1 na Câmara

Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprova convites a Haddad e Marinho para debater fim da escala 6×1; encontro depende de confirmação ministerial e participação de sindicatos

Os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Trabalho, Luiz Marinho. Foto: Diogo Zacarias/MF
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  • A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou convites aos ministros Fernando Haddad e Luiz Marinho para uma reunião sobre o fim da escala 6×1.
  • A reunião ainda não tem data definida e o tema tem sido tratado como prioridade pelo governo federal.
  • O convite foi feito por Paulo Azi, relator da proposta que pretende modificar a jornada de trabalho no Brasil, que disse considerar essencial ouvir os ministros para entender impactos e viabilidade.
  • Os ministros ainda não confirmaram presença; também poderão ser convidados representantes de centrais sindicais e de associações de empresários.
  • O fim da jornada 6×1 tramita na Câmara como Proposta de Emenda à Constituição, com expectativa de ir ao Plenário ainda em dois mil e vinte e seis.

Os deputados da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) aprovaram convites aos ministros Fernando Haddad, da Fazenda, e Luiz Marinho, do Trabalho, para uma reunião sobre o fim da escala 6×1 no Brasil. O pedido foi feito na sessão desta quarta-feira, 4, no Ministério da Câmara.

Quem participa: além dos ministérios, líderes apontam a participação de representantes das centrais sindicais e de associações de empresários. Paulo Azi, relator da proposta, pediu a presença para discutir impactos sociais, econômicos e de saúde das atuais jornadas.

Quando e onde: o encontro ainda não tem data definida. Será promovido na Câmara, com o objetivo de ouvir diagnósticos sobre taxas de formalidade, políticas de proteção ao trabalhador e a viabilidade de reduzir a jornada.

Por que é relevante: a proposta tramita como PEC na CCJ, sob a justificativa de ampliar o protagonismo dos deputados no tema. O objetivo é avaliar consequências da medida para o mercado de trabalho, antes de avançar no Plenário em 2026.

Status da proposta: Haddad e Marinho ainda não confirmaram a participação. A PEC foi apresentada por Hugo Motta, buscando acelerar a tramitação e ampliar o debate público, sem data marcada para apreciação no Plenário.

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