- Turquia busca levantar as sanções CAATSA impostas pelos EUA em 2020 antes das eleições de meio de mandato, para permitir a compra de jatos F-35.
- As sanções foram aplicadas devido à aquisição de sistemas russos S-400, e Ankara foi removida do programa F-35.
- Continuam os esforços para encontrar uma forma de contornar as sanções e avançar com a compra dos jatos, mesmo com progressos limitados.
- O ministro de Relações Exteriores, Hakan Fidan, disse que Israel é contra a Turquia obter certas capacidades regionais.
- Fidan afirmou, em jantar de Ramadã com a imprensa, que o trabalho segue para obter um resultado sobre a CAATSA antes das eleições.
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou que há trabalho em andamento com os EUA para suspender as sanções CAATSA impostas a Ancara, antes das eleições de meio de mandato nos EUA. Ele também disse que Israel é contrário à medida.
As sanções foram aplicadas, em 2020, pelos Estados Unidos devido à compra do sistema russo S-400. Ankara também foi expulsa do programa F-35, o que gerou críticas e foi considerado por a Turquia injusto e ilegal.
Fidan participou de um jantar durante o mês de Ramadan com jornalistas turcos e explicou que o objetivo é encontrar uma solução para a CAATSA antes das eleições americanas. O ministro mencionou que já foram dados passos políticos e que o tema está em negociação.
Contexto regional
A Turquia tem sido crítica às ações dos EUA e de Israel na região, especialmente no ataque a Gaza. O governo turco condenou as operações e mantém uma posição alinhada com a busca por maior autonomia em sua política externa.
Enquanto isso, as relações entre EUA e Turquia seguem em foco, com os efeitos potenciais de uma decisão sobre a CAATSA ainda em discussão. Deputados e autoridades turcas aguardam avanços que permitam a retomada de compras de itens militares pelos turcos, incluindo aeronaves.
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