- A pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta terça, aponta Flávio Bolsonaro sete pontos atrás de Lula no cenário de primeiro turno, e empate estatístico de 42% a 41% em possível segundo turno.
- A principal fragilidade de Lula é a rejeição: 51% desaprovação versus 44% de aprovação.
- A eleição é apresentada como um plebiscito sobre a gestão atual, com a ideia de decidir se Lula merece um quarto mandato.
- O governo lançou programas com crédito privado e benefícios orçamentários totalizando cerca de R$ 220 bilhões, além de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e proposta de fim da escala de trabalho 6X1.
- Segundo a pesquisa, as atenções se voltam para os segundos turnos, com a necessidade de Lula reduzir a rejeição diante do tempo que passa.
A nova pesquisa eleitoral Real Time Big Data, divulgada nesta terça, aponta dois pontos fracos na posição de Lula. Flávio Bolsonaro fica sete pontos atrás dele no cenário de primeiro turno, e no eventual segundo turno há empate de 42% a 41%.
A sondagem aponta que a reprovação ao governo Lula está em 51%, enquanto a aprovação fica em 44%. Ou seja, a margem de rejeição continua maior que o apoio ao chefe do Executivo.
O estudo indica que a eleição pode soar como um plebiscito sobre a gestão atual. O eleitor seria chamado a decidir se Lula merece ou não um quarto mandato, em meio a disputas entre petismo e bolsonarismo.
Segundo a pesquisa, o governo tem utilizado medidas de natureza eleitoreira para ampliar a adesão, com créditos privados e benefícios orçamentários que somam cerca de 220 bilhões de reais. Há ainda ampliação de isenção do IR para quem ganha até 5 mil.
Entre as ações, o governo também discutiu a bandeira da conclusão da pauta trabalhista 6X1. As ações são apresentadas como formas de conquistar o eleitorado, mas o cenário permanece desfavorável para Lula nas intenções de voto.
A pesquisa reforça a necessidade de Lula manter a base de apoio e ampliar a transferência de vantagens para o eleitorado. As horas, segundo avaliação do texto, seguem rápidas e o cenário pode mudar conforme os próximos meses.
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