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Aliados de Flávio Bolsonaro defendem vice e economia para reduzir rejeição

Bastidores: Flávio Bolsonaro busca chapa com Tereza Cristina na vice e Daniella Marques na Economia para reduzir rejeição feminina ao bolsonarismo

Flávio Bolsonaro visita o pai na sede da PF em Brasília, em 25 de novembro de 2025 — Foto: Evaristo SA / AFP
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  • Flávio Bolsonaro articula nos bastidores uma chapa com presença feminina na vice-presidência e no comando do Ministério da Economia.
  • A estratégia busca sinalizar ao eleitorado feminino e reduzir a rejeição das mulheres ao bolsonarismo.
  • Teresa Cristina é apontada como opção preferencial para vice por setores do bolsonarismo, ainda que alguns grupos também apoiem Romeu Zema.
  • Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, é defendida como nome para o Ministério da Economia, sendo vista como braço direito de Paulo Guedes.
  • Entre os nomes citados para a economia estão Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES, e Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia, com tendência a valorização de uma atuação feminina na campanha.

Diante das expectativas de um formato de campanha com foco em protagonismo feminino, o grupo ligado a Flávio Bolsonaro trabalha nos bastidores para montar uma chapa com presença feminina na vice-presidência e no Ministério da Economia. A iniciativa busca sinalizar ao eleitorado feminino de que há participação de mulheres nos espaços estratégicos.

O objetivo é conter a rejeição ao bolsonarismo entre mulheres, segundo relatos de interlocutores do senador. Aliados próximos destacam a necessidade de simbolizar equilíbrio de gênero na composição de alto nível do Executivo.

Para a vice, Tereza Cristina é apontada por setores do bolsonarismo como opção preferencial. No entanto, parte da articulação não descarta o nome do governador Romeu Zema, mantendo aberta a definição conforme desdobramentos políticos.

No campo econômico, Daniella Marques aparece como candidata defendida nos bastidores para chefiar o Ministério da Economia. Marques é descrita como braço direito de Paulo Guedes e ex-presidente da Caixa, com papel relevante na interlocução com o mercado.

Outros nomes citados no diálogo interno incluem Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES, e Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia. Mesmo assim, cresce dentro do grupo a pressão por uma sinalização clara de protagonismo feminino na campanha.

A articulação ressalta que a montagem da equipe econômica pode buscar equilíbrio entre experiência técnica e representatividade, sem excluir avaliações sobre costuras políticas futuras. O desfecho ainda depende de desdobramentos internos e negociações com outras correntes.

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