- Flávio Bolsonaro articula nos bastidores uma chapa com presença feminina na vice-presidência e no comando do Ministério da Economia.
- A estratégia busca sinalizar ao eleitorado feminino e reduzir a rejeição das mulheres ao bolsonarismo.
- Teresa Cristina é apontada como opção preferencial para vice por setores do bolsonarismo, ainda que alguns grupos também apoiem Romeu Zema.
- Daniella Marques, ex-presidente da Caixa, é defendida como nome para o Ministério da Economia, sendo vista como braço direito de Paulo Guedes.
- Entre os nomes citados para a economia estão Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES, e Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia, com tendência a valorização de uma atuação feminina na campanha.
Diante das expectativas de um formato de campanha com foco em protagonismo feminino, o grupo ligado a Flávio Bolsonaro trabalha nos bastidores para montar uma chapa com presença feminina na vice-presidência e no Ministério da Economia. A iniciativa busca sinalizar ao eleitorado feminino de que há participação de mulheres nos espaços estratégicos.
O objetivo é conter a rejeição ao bolsonarismo entre mulheres, segundo relatos de interlocutores do senador. Aliados próximos destacam a necessidade de simbolizar equilíbrio de gênero na composição de alto nível do Executivo.
Para a vice, Tereza Cristina é apontada por setores do bolsonarismo como opção preferencial. No entanto, parte da articulação não descarta o nome do governador Romeu Zema, mantendo aberta a definição conforme desdobramentos políticos.
No campo econômico, Daniella Marques aparece como candidata defendida nos bastidores para chefiar o Ministério da Economia. Marques é descrita como braço direito de Paulo Guedes e ex-presidente da Caixa, com papel relevante na interlocução com o mercado.
Outros nomes citados no diálogo interno incluem Gustavo Montezano, ex-presidente do BNDES, e Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia. Mesmo assim, cresce dentro do grupo a pressão por uma sinalização clara de protagonismo feminino na campanha.
A articulação ressalta que a montagem da equipe econômica pode buscar equilíbrio entre experiência técnica e representatividade, sem excluir avaliações sobre costuras políticas futuras. O desfecho ainda depende de desdobramentos internos e negociações com outras correntes.
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