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Última hora: ataque ao Irã; Trump ameaça responder com força nunca antes vista

Irã confirma a morte do ayatolá Jamenei; Trump promete resposta com força nunca vista, enquanto ataques deixam mais de 200 mortos e 700 feridos

Trabajadores de emergencias y militares inspeccionan el lugar del impacto tras un ataque iraní en Tel Aviv este domingo.
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar Irã de responder “com uma força nunca antes vista” caso haja retaliação, mantendo bombardeios intensos por tempo indeterminado.
  • Irã confirmou a morte do líder supremo Ayatollah Ali Jameneí; a Guarda Revolucionária prometeu a operação militar mais devastadora da história contra Estados Unidos e Israel.
  • Ameaças de Irã disseram que atingiria 27 bases militares americanas no Oriente Médio e alvos em Israel, incluindo Tel Aviv; houve relatos de explosões em Doha e Dubái.
  • Os ataques deixaram mais de 200 mortos e 700 feridos, segundo a Media Luna Roja; autoridades israelenses indicaram novas ações contra alvos iranianos.
  • O Conselho de Segurança realizou sessão extraordinária; o secretário-geral da ONU, António Guterres, lamentou a falha diplomática e pediu cessar as hostilidades, ressaltando a volatilidade da região.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os ataques contra Irã seguirão com força intensificada caso haja retaliação, após ataques israelenses e americanos no sábado. A declaração foi veiculada pela televisão iraniana e por agências internacionais.

O regime iraniano confirmou a morte do líder supremo Ali Jamenei em meio aos ataques. A Guarda Revolucionária informou que responderá com a operação militar mais devastadora já realizada contra Estados Unidos e Israel. A notícia é desde Teerã, segundo veículos oficiais.

O governo israelense divulgou que o ataque terá continuidade até cessar a ameaça percebida, e confirmou a morte de Jamenei como parte do desdobramento. Em resposta, a TV estatal iraniana relatou ataques iranianos a bases norte-americanas na região e a Israel.

A Media Luna Roja divulgou que o saldo inicial aponta mais de 200 mortos e cerca de 700 feridos entre civis e militares. Entre as vítimas estariam sete altos cargos do regime iraniano, incluindo o ministro da Defesa e o comandante da Guarda Revolucionária.

O Exército de Israel informou uma nova onda de mísseis contra alvos no oeste e centro do Irã, além de proibir deslocamentos prolongados de civis para áreas inseguras. Também houve relatos de explosões em Doha, Dubai e outras capitais da região.

A Guarda Revolucionária anunciou ataques a 27 bases militares dos EUA em Oriente Médio e a alvos em Israel, como retaliação pela morte de Jamenei. Além disso, o Irã afirmou que irá continuar os ataques contra bases norte-americanas na região.

Diversas reações internacionais foram registradas. O secretário-geral da ONU lamentou o fracasso da diplomacia e pediu cessar das hostilidades. Um Conselho de Segurança extraordinário foi convocado por França, Bahrein, China, Rússia, Colômbia e Irã para debater a crise.

Diante do acúmulo de ações militares, há relatos de uma transição de liderança no Irã, com o presidente Masud Pezeshkian, o chefe do Poder Judicial Golamhossein Mohseni Ejei e um jurista do Conselho dos Guardianes assumindo função interina.

O cenário regional permanece volátil: Israel vê os ataques como continuidade de uma estratégia para degradar capacidades iranianas, enquanto o Irã reforça ações contra alvos na região e país vizinhos com bases estrangeiras.

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