- Flávio Bolsonaro usou o ato “Acorda Brasil”, na Avenida Paulista, para prometer anistia aos condenados pelos fatos de 8 de janeiro e projetar a volta de Jair Bolsonaro ao Planalto em 2027.
- O senador afirmou ter conversado com o pai e disse que, em janeiro de 2027, Bolsonaro vai subir pessoalmente a rampa do Planalto junto com o povo brasileiro.
- Sobre a dosimetria, Flávio disse que seu veto será o primeiro passo para que presos do 8 de janeiro possam retornar para casa, segundo ele.
- O discurso reforçou a ideia de perseguição política, criticou censura de redes sociais, a atuação da Polícia Federal em casas de pessoas, e afirmou que o povo não desistirá do Brasil.
- Também houve críticas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, defesa de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e comparação entre os dois governos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursou neste domingo na Avenida Paulista, durante o ato Acorda Brasil, e anunciou apoio a uma anistia para condenados pelos fatos de 8 de janeiro. Ele também projetou a volta de Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto em 2027, caso seja eleito ou recuperando a liderança política.
Flávio afirmou ter conversado com o pai, que hoje está preso em Brasília. Segundo o senador, o retorno de Bolsonaro ao poder ocorreria pessoalmente, com a participação popular, em janeiro de 2027. Os apoiadores aplaudiram a projeção durante a fala.
O discurso iniciou com alegações de perseguição política, citando censura nas redes sociais e medidas da PF contra supostos inocentes. Flávio sustentou que o povo não deve ceder diante do que chamou de represálias do governo vigente.
Promessa de anistia e retorno ao Planalto
Ele declarou que o primeiro passo para a possibilidade de retorno de condenados do 8 de janeiro seria a derrubada de veto presidencial à dosimetria. A partir disso, afirmou que muitos réus podem retornar a casa.
O senador também elogiou o deputado Nikolas Ferreira, que organizou o ato, destacando a revitalização da mobilização entre Minas Gerais e o Distrito Federal. Flávio disse que a caminhada de janeiro reacendeu a vontade de lutar dos apoiadores.
Críticas ao governo atual e ao STF
Durante o discurso, o parlamentar comparou os governos de Lula e Bolsonaro, ressaltando ações de liberdades e medidas assistenciais sob o PSL. Em contrapartida, criticou gastos públicos, o uso de cartão corporativo e a gestão petista.
Flávio também comentou a atuação do STF e defendeu o impeachment de ministros que, segundo ele, teriam cometido abusos. Ressaltou que a organização legislativa precisa de maioria para avançar nesse tema.
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