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Ucrânia não se sente abandonada pelo governo dos EUA, diz enviado

Embaixadora ucraniana afirma que Kiev não se sente abandonada pelos EUA e espera que Trump trate de encerrar a guerra no Discurso sobre o Estado da União

Fourth anniversary of the full-scale Russian invasion of Ukraine at the Ukrainian embassy, in Washington
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  • A embaixadora da Ucrânia nos EUA, Olga Stefanishyna, disse que o país não se sente abandonado pelo governo norte‑americano e que espera que o presidente Donald Trump discuta o fim da guerra durante o discurso do State of the Union.
  • Stefanishyna afirmou ter recebido uma demarche do Departamento de Estado dos EUA após ataques da Ucrânia ao porto russo de Novorossiysk, que afetam interesses dos EUA no Cazaquistão, onde grande parte do petróleo é exportada por via portuária.
  • Ela afirmou ter ouvido do Departamento de Estado a orientação para evitar atacar interesses norte‑americanos.
  • A fala ocorreu durante uma coletiva em Washington, em meio ao quarto aniversário da invasão em grande escala da Rússia à Ucrânia.

A embaixadora da Ucrânia nos EUA, Olga Stefanishyna, afirmou que o país não se sente abandonado pela administração americana. Ela sinalizou que espera que o ex-presidente Donald Trump trate de encerrar a guerra na Ucrânia em seu discurso do Estado da União, nesta terça-feira.

Stefanishyna também informou ter recebido uma demarcação do Ministério das Relações Exteriores dos EUA após ataques ucranianos ao porto russo de Novorossiysk, que impactaram interesses dos EUA no Cazaquistão. O país vizinho depende do abastecimento de petróleo via esse porto.

Grande parte do petróleo do Cazaquistão é enviado a Novorossiysk para exportação, o que explica o interesse americano na questão. Conflitos na região elevam a cautela de Washington em relação a intervenções.

Contexto diplomático

Stefanishyna afirma que houve orientação para evitar ataques que afetem interesses dos EUA. A embaixada ucraniana em Washington realizou briefing sobre o quarto aniversário da invasão russa, destacando o apoio americano e as relações bilaterais.

Desdobramentos

Autoridades observam que a demarche ocorreu em meio a tensões regionais e a expectativas sobre futuras declarações públicas de líderes dos dois países. A reportagem continua acompanhando as repercussões diplomáticas entre Kiev e Washington.

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