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Valdemar negocia com Flávio Bolsonaro apoio a Paulo Guedes para 2026

PL pretende usar Guedes como âncora econômica na campanha de Flávio Bolsonaro, visando credibilidade junto ao mercado

Valdemar Costa Neto, presidente do PL, no 3º Seminário Brasil Hoje — Foto: Vinicius Nunes/Agência F8/ Estadão Conteúdo
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  • Valdemar Costa Neto, presidente do PL, pretende conversar com Flávio Bolsonaro ao retornar de viagem para defender Paulo Guedes como “Posto Ipiranga” da campanha de 2026.
  • A referência remete a 2018, quando Jair Bolsonaro buscava Guedes para tratar de temas econômicos.
  • O PL aposta que uma âncora econômica com credibilidade ajudaria Flávio a se firmar nacionalmente junto ao mercado e ao setor produtivo.
  • A equipe de Flávio já inclui economistas próximos ao bolsonarismo, como Gustavo Montezano e Adolfo Sachsida, que ajudam na formulação de discursos econômicos.
  • Também é considerado o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, mas aliados reconhecem a dificuldade de convencê-lo a deixar o setor privado; Valdemar prefere Guedes, visto como o nome mais preparado.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse a interlocutores que pretende conversar com Flávio Bolsonaro nos próximos dias, assim que o senador retornar de viagem internacional, para defender que Paulo Guedes assuma o papel de “Posto Ipiranga” da campanha de 2026. A referência remete a 2018, quando Jair Bolsonaro era candidato e recorria ao economista em temas econômicos.

A avaliação interna do PL é de que uma âncora econômica com credibilidade pode ajudar Flávio Bolsonaro a se firmar nacionalmente junto ao mercado e ao setor produtivo. Embora Flávio tenha perfil diferente do pai, as lideranças entendem que Guedes traria robustez ao programa econômico da pauta.

Entre os nomes considerados, o PL também avalia o ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, porém reconhece a dificuldade de convencê-lo a deixar o setor privado. Hoje, o núcleo que assessora Flávio já inclui economistas ligados ao bolsonarismo, como Gustavo Montezano e Adolfo Sachsida, que participam das conversas sobre discurso econômico.

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