- Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato, concedeu entrevista à CNews TV, canal francês, nesta segunda-feira (9), falando diretamente aos franceses sobre a democracia brasileira.
- Ele afirmou que o Brasil hoje não vive democracia plena e disse que o presidente Bolsonaro foi condenado “por seus inimigos”.
- O senador tem viajado para buscar apoio internacional para a candidatura de 2026 e já discursou em Israel, na Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, no Knesset, chamando o presidente Lula de antissemita.
- Flávio citou suspeitas de desvio no INSS envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, como exemplo de acusações no cenário nacional.
- Ele classificou Lula como “extrema esquerda” e Emmanuel Macron como “extrema incompetência”, apontando impactos da política ambiental na Amazônia e reiterando a importância de relações estratégicas com os Estados Unidos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concedeu uma entrevista à CNews TV, da França, na segunda-feira (9). Ele afirmou que, na visão dele, o Brasil não vive uma democracia plena e afirmou que o presidente Bolsonaro foi condenado por seus adversários.
Durante a viagem para angariar apoio internacional à sua pré-candidatura, Flávio já discursou em Israel, na Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, no Knesset. Em tom crítico, classificou o governo de Lula como de risco para a relação com a comunidade judaica.
O senador citou suspeitas de fraudes no INSS envolvendo descontos associativos, mencionando de forma indireta o que chamou de Lulinha, filho do ex-presidente Lula, em reference a desvio de recursos da Previdência, segundo ele.
Estratégia política e rótulos
Flávio classificou o governo Lula como extrema esquerda e afirmou que o país não suporta mais quatro anos desse espectro político. Em relação à França, ele disse que o governo de Emmanuel Macron seria de extrema incompetência, prejudicando o país.
No debate sobre meio ambiente, o parlamentar alegou que a Amazônia foi preservada durante o governo Bolsonaro e sustentou que, sob Lula, teriam ocorrido três anos consecutivos de recordes de queimadas na região.
Na esfera internacional, o senador reforçou que a relação com os EUA é estratégica e ressaltou que o Brasil precisa manter bons laços com o país, independentemente de quem esteja na presidência.
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