- O senador Alessandro Vieira, relator da CPI do Crime Organizado, protocolou requerimento para convocar Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes.
- O motivo é um contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia.
- A proposta depende da aprovação da maioria dos 11 integrantes da comissão; a primeira reunião do ano está marcada para a próxima quarta-feira, 11.
- Vieira afirma que ouvir a advogada é essencial para avaliar possível instrumentalização de serviços jurídicos com o objetivo de lavar dinheiro e blindar recursos de organizações criminosas.
- Se a convocação for aprovada, Viviane Barci de Moraes será obrigada a comparecer, já que se trata de convocação, não de convite.
O relator da CPI do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira, protocolou pedido para convocar Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O tema é um contrato de advocacia de 129 milhões de reais envolvendo o Banco Master. A iniciativa depende da maioria dos 11 membros da comissão, presidida por Fabiano Contarato. A primeira reunião do ano será na próxima quarta-feira, 11 de janeiro.
Vieira sustenta que ouvir Viviane é crucial para verificar se houve uso indevido de serviços jurídicos para lavagem de dinheiro. O senador aponta que os valores pagos ao escritório contrastam com práticas de mercado e podem indicar um negócio jurídico simulado. Ele liga o caso a investigações anteriores.
O parlamentar afirma haver indícios de que os pagamentos milionários teriam origem em recursos ilícitos, relacionados a organizações criminosas. Caso aprovado, Viviane Barci de Moraes seria obrigada a comparecer, pois a convocação não é opcional.
Contexto do caso
A discussão envolve o contrato entre o Banco Master e o escritório de advocacia associado à esposa de Moraes, com foco em possíveis desvios de recursos. As apurações se inserem no âmbito da CPI que investiga estruturas de crime organizado no país.
Andamento da CPI
A expectativa é que a comissão avalie o requerimento na próxima reunião. Se aprovado, a testemunha deverá apresentar documentos e prestar esclarecimentos perante os senadores. O andamento depende do apoio da maioria dos membros.
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