- A pesquisa Meio/Ideia mostra que Lula tem aprovação menor que desaprovação em 4,8 pontos.
- 51% dos eleitores desejam mudança em 2026; 47% dizem que ele merece um quarto mandato.
- Três leituras dominam: maioria quer mudança; ele enfrenta dificuldade em melhorar sua imagem em formato plebiscitário; não há favorito claro na praça.
- Em intenções de voto, a pulverização da direita favorece Lula, que aparece no segundo turno em todos os cenários, com empate técnico com Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas.
- Se Lula chegar ao segundo turno, candidatos de direita disputam a segunda vaga; Ratinho Júnior apoia indulto a Bolsonaro e Caiado sugere pacto de não agressão, aumentando a incerteza entre eleitores de direita.
A pesquisa Meio/Ideia indica que a avaliação do presidente Lula está negativa. O levantamento aponta que a aprovação de seu jeito de governar é 4,8 pontos menor que a desaprovação. Em 51% dos eleitores, há desejo de mudança em 2026. Já 47% defendem que ele merece um quarto mandato.
O estudo aponta três conclusões centrais: a maioria dos eleitores chega a 2026 com a expectativa de mudança; numa eleição de caráter plebiscitário, a dificuldade de melhorar a imagem do governo é a principal fraqueza de Lula; não há um favorito claro na praça.
No eixo de intenções de voto, a pulverização da direita favorece Lula. Em todos os cenários, ele aparece com chance de chegar ao segundo turno, e, no eventual segundo turno, fica à frente dos adversários. Empate técnico com Flávio Bolsonaro, Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, segundo a pesquisa.
Cenários de segunda rodada
Caso Lula avance ao segundo turno, candidatos de direita disputam a segunda vaga. Ratinho Júnior sinalizou apoio a um eventual indulto a Bolsonaro, enquanto Ronaldo Caiado sugeriu um pacto de não agressão com o filho do ex-presidente preso.
Contexto do eleitorado
O eleitor conservador pode preferir o herdeiro de sangue aos Bolsonaros genéricos. Nessa hipótese, Lula disputaria 2026 com as armas de 2022, contando com apoio de uma minoria independente de centro para manter a liderança, ainda que por margem estreita.
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