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Justiça dos EUA divulga amplo conjunto de arquivos de Jeffrey Epstein

Departamento de Justiça dos EUA divulga lote final de documentos sobre Jeffrey Epstein, com mais de três milhões de páginas, dois mil vídeos e cento e oitenta mil imagens, com redações extensas

New Epstein images released by U.S. Justice Department
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  • O Departamento de Justiça dos EUA publicou o último lote de milhões de documentos relacionados a Jeffrey Epstein, conforme lei de novembro que exigia o divulgamento de registros.
  • O conjunto final inclui mais de três milhões de páginas, 2000 vídeos e 180 mil imagens, com extensas redações permitidas por exceções legais.
  • Documentos com informações de vítimas ou relacionados a investigações ativas podem permanecer com trechos em preto; ainda assim, houve críticas por parte de alguns membros do Congresso.
  • O avanço da divulgação ocorreu após pressão de democratas e republicanos no Congresso; o ex-presidente Donald Trump não é formalmente acusado nos casos, mas o escândalo o acompanhou durante a campanha de 2024.
  • O Departamento de Justiça apresentará ao Congresso um relatório com o resumo das red ações e dos documentos retidos, conforme exigido pela lei.

O Departamento de Justiça dos EUA publicou nesta sexta-feira o último lote de milhões de documentos ligados a Jeffrey Epstein, conforme lei de novembro que abriu acesso a registros. A divulgação envolve o fim das liberações previstas durante a administração Trump. Reuters está revisando os arquivos.

O novo acervo traz mais de 3 milhões de páginas, 2 mil vídeos e 180 mil imagens, segundo o副procurador-geral assistente Todd Blanche. O material inclui extensos redatores, com exceções para identidades de vítimas e materiais de investigações ativas.

As liberdades também destacam que alguns documentos foram retidos por questões de privilégio legal, como trabalho intelectual e comunicação entre advogado e cliente. Parlamentares questionam as retenções, alegando contradição com a lei que exigia a divulgação.

A Justiça apresentará ao Congresso um relatório com um resumo de todas as redacções e itens retidos, conforme a exigência legal. Em nota, o DOJ afirma que algumas peças contêm acusações falsas contra o ex-presidente Trump, ressaltando que tais alegações são infundadas.

Epstein, financista de Nova York com ligações a figuras de destaque, foi encontrado morto em cela de prisão em 2019, enquanto aguardava julgamento. A morte, oficialmente classificada como suicídio, gerou teorias da conspiração que acompanharam a atuação de Trump durante a campanha de 2024.

Blanche comentou sobre críticas às ações do DOJ e afirmou que não há ocultação deliberada de informações. O processo de liberação, segundo ele, exigiu centenas de advogados trabalhando dias a fio para compilar o material.

Detalhes dos próximos passos

O DOJ adianta que o material será liberado conforme a revisão avança e manterá atualização para o Congresso, com o objetivo de cumprir a lei e ampliar a transparência sobre o caso Epstein.

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