- Delcy Rodríguez foi declarada presidenta interina da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro por forças dos EUA.
- Aos 56 anos, ela já foi vice-presidente desde 2018 e ocupou os cargos de ministra da economia e de petróleo, mantendo-se próxima ao governo socialista.
- Conhecida como a “tsarina”, sua atuação combina ligação com o setor privado e uma imagem de líder trabalhadora, com frequentes viagens a China, Rússia e Turquia.
- Implementou políticas ortodoxas, incluindo redução de gastos públicos, controle de crédito e câmbio fixo, que ajudaram a reduzir a inflação de alta a três dígitos.
- Conduz produção de petróleo em média de cerca de 1,1 milhão de barris por dia e mantém contato próximo com companhias estrangeiras, como a Chevron.
Delcy Rodríguez, já chamada de tsarina pela imprensa, foi declarada presidente interina da Venezuela após a captura de Nicolás Maduro pelas forças dos EUA. A nomeação ocorreu em meio a uma crise política e econômica que perdura no país, com relatos de abusos e detenção arbitrária.
A vice-presidência de Rodríguez, desde 2018, inclui passagens pela Fazenda, pelo Ministério de Petróleo e pela pasta das Comunicações. Ela atua próximo de seu irmão, Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional, fortalecendo o núcleo de poder ligado ao governo.
Delcy Rodríguez acumula experiência como advogada trabalhista e passou anos no exterior, estudando na França e no Reino Unido. Em público, costuma marcar presença em eventos com o setor privado e vestir roupas de marcas de luxo, segundo cobertura pública.
Como líder, implementou políticas ortodoxas para conter a hiperinflação, reduzindo gastos públicos, limitando crédito e mantendo uma taxa fixa entre dólar e bolívar. Mantém, ainda, a produção de petróleo em cerca de 1,1 milhão de barris por dia.
Perfil
Rodríguez é frequentemente associada a diplomacias com a China, Rússia e Turquía, agentes estratégicos para o governo. O histórico familiar inclui o envolvimento de seu pai, Jorge Antonio Rodríguez, com movimentos guerrilheiros, o que influencia a percepção pública sobre seu papel político.
A líder venezuelana mantém relação próxima com empresas estrangeiras do setor, como a Chevron, em meio a sanções internacionais. Profissionalmente, é vista como uma figura trabalhadora, com forte presença no setor privado.
Entre na conversa da comunidade