- Protests se espalham pelo mundo contra a intervenção dos EUA na Venezuela, que resultou na retirada de Nicolás Maduro do poder.
- Em Madri, Espanha, houve manifestações em frente à Embaixada dos Estados Unidos.
- Em Havana, Cuba, dezenas de milhares foram às ruas protestar contra a ação americana.
- Em Bogotá, Colômbia, e em Nova Déli, Índia, também ocorreram mobilizações de apoio à Venezuela e contra a intervenção.
- Em Ancara e Istambul, Turquia, manifestantes denunciaram imperialismo e exigiram que os Estados Unidos retirem as mãos da Venezuela.
Protestos globais se intensificaram após a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na retirada do ditador Nicolás Maduro do poder. Parte da população venezuelana celebra a saída, enquanto críticos veem a ação como violação de soberania.
Manifestantes em várias cidades condenam a intervenção e pedem respeito à autonomia venezuelana. O movimento ganha adesão internacional, com ações em continentes diferentes do território venezuelano.
Em Madri, frente à Embaixada dos EUA, ocorreram protestos ligados à comunidade venezuelana local, que registra apoio ou rejeição à situação no país vizinho. Em Havana, dezenas de milhares de pessoas participaram de atos contrários à operação norte-americana.
Protestos fora da América Latina
Na Colômbia, em Bogotá, multidões se reuniram para criticar a intervenção e defender a soberania venezuelana. Em Nova Déli, integrantes de partidos de esquerda promoveram atos solidários à Venezuela.
Na Turquia, as cidades de Ancara e Istambul sediaram manifestações contra o que descrevem como imperialismo, pedindo que os EUA retirem as mãos da Venezuela. Em todos os casos, as ações enfatizam a defesa da autonomia venezuelana e rejeitam interferências estrangeiras.
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