- Centenas de pessoas protestaram em cidades como Chicago, Dallas, New York, Philadelphia, Pittsburgh, San Francisco e Seattle contra a intervenção militar dos EUA na Venezuela e a captura de Nicolás Maduro.
- Manifestantes questionaram a legalidade da ação e a autoridade de Donald Trump sem aprovação do Congresso, com democratas criticando o desvio do processo constitucional.
- Maduro deve comparecer a um tribunal federal em Nova York ao meio-dia, horário local, na segunda-feira.
- Grupos como Answer (Act Now to Stop War and End Racism) e Code Pink organizaram protestos, com mensagens como “No Blood for Oil” e pedidos pela libertação de Maduro na cidade de Seattle e em outras praças.
- Mesmo diante de críticas bipartidárias, alguns legisladores republicanos apoiaram Trump, enquanto outros recuaram em declarações de que os EUA “durarão” a Venezuela durante uma transição.
Houve protestos em várias cidades americanas contra a intervenção militar dos EUA na Venezuela, após a captura do presidente Nicolás Maduro. Manifestações ocorreram em grandes polos urbanos, com centenas de participantes. A ação buscava demonstrar oposição a uma possível guerra e ao que viram como operação para levar Maduro aos EUA.
Nos atos, participantes questionaram a legitimidade da operação, classificando-a como ilegal sem a devida autorização do Congresso. Críticos também lembraram o risco de agravamento da crise humanitária na Venezuela e de violação ao direito internacional.
Ao longo do fim de semana, militantes destacaram que o governo estaria financiando operações militares com recursos públicos. Em Seattle, manifestantes usaram faixas contra a intervenção e por diplomacia. Em Chicago, Dallas, Nova York, Filadélfia, Pittsburgh, São Francisco e Seattle houve protestos.
Maduro deverá comparecer ao tribunal federal de Nova York ao meio-dia, horário local, na segunda-feira, para enfrentar questões relacionadas a acusações de tráfico de drogas. A defesa e apoiadores aguardam o desenrolar do processo.
Paralelamente, acusados de violar a soberania de outros países, opositores e alguns democratas criticaram a forma como o governo conduziu a operação. Em alguns estados, ativistas enfatizaram a necessidade de apparar responsabilidade e transparência.
Entre os manifestantes, grupos anti-guerra reforçaram a exigência de cessar ataques e negociações diplomáticas. Em Philadelphia, representantes da Code Pink afirmaram que reformas no uso de recursos públicos devem ocorrer com maior supervisão legislativa.
Enquanto o debate se intensifica, diversos apoiadores de Trump defendem a ação, destacando o apoio de legisladores republicanos. Em geral, a oposição política internacional permanece atenta ao desenrolar do caso.
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