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Papa defende bem-estar do povo venezuelano e a soberania do país

Papa Leão XIV afirma que o bem-estar do povo venezuelano deve prevalecer, preservando a soberania do país após a detenção de Maduro

Pope Leo XIV leads the Angelus prayer from his window at the Vatican, June 22, 2025. Reuters/Remo Casilli/Proibida reprodução
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  • O Papa Leão XIV declarou que o bem‑estar do povo venezuelano deve prevalecer e pediu a garantia da soberania da Venezuela após a captura de Maduro.
  • Trump afirmou que as forças armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque bem‑sucedido na Venezuela e que Maduro e a mulher dele teriam sido detidos.
  • O governo venezuelano denunciou a agressão militar e decretou estado de exceção, enquanto Trump deixou a promessa de governar o país até a transição de poder.
  • Maduro foi levado para Nova York, onde deverá comparecer a um tribunal federal para responder a acusações de narcoterrorismo.
  • A comunidade internacional está dividida; a ONU expressou preocupação com a escalada de tensões e possíveis implicações para a região; a vice‑presidente Delcy Rodríguez pode assumir a presidência interina.

O Papa Leão XIV afirmou que o bem-estar do povo venezuelano deve prevalecer e que a soberania do país precisa ser garantida, após a captura do presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita neste domingo, na Praça de São Pedro, em Roma, logo após a oração do Angelus.

Segundo o pontífice, o cuidado com a população venezuelana deve superar qualquer outra consideração, apontando a necessidade de superar a violência e buscar caminhos de Justiça e Paz. A fala ocorreu um dia após Trump anunciar a ofensiva militar contra a Venezuela.

Trump declarou ter conduzido uma operação com sucesso em solo venezuelano e informou que Maduro e a primeira-dama foram detidos na residência presidencial em Caracas. O governo venezuelano contestou a ação como agressão militar, decretando estado de exceção.

O presidente venezuelano foi encaminhado a Nova York, onde deverá comparecer a um tribunal federal para responder a acusações de narcoterrorismo, segundo agências internacionais. A vice-presidente Delcy Rodríguez foi indicada pelo Supremo para liderar o país interinamente.

A comunidade internacional está dividida entre condenação às ações dos EUA e apoio à queda de Maduro. O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou preocupação com a escalada de tensão e alertou para possíveis implicações regionais.

Maduro passou a primeira noite detido no Metropolitan Detention Center, em Brooklyn, vinculado a suspeitas de tráfico de drogas e corrupção. A situação venezuelana permanece sob observação internacional, com acompanhar de perto os desdobramentos.

Entidades internacionais reforçam a necessidade de transição estável e respeito ao direito internacional. O quadro atual envolve autoridades venezuelanas, EUA, ONU e comunidades diplomáticas, com desdobramentos ainda em curso.

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