- Cuba informou que 32 de seus cidadãos morreram durante a operação de retirada de Nicolás Maduro para os EUA.
- Em Havana, foi decretado luto oficial nos dias 5 e 6 de janeiro, com anúncio de funerais, mas poucos detalhes sobre as circunstâncias.
- A nota oficial disse apenas que os falecidos eram membros das Forças Armadas e de agências de inteligência cubanas, sem indicar números exatos por órgão.
- Maduro, de 63 anos, e sua esposa foram presos em Caracas e transferidos para os Estados Unidos, onde aguardam audiência em Nova York em meio a acusações de narcoterrorismo.
- Maduro foi indiciado em 2020 por conspiração de narcoterrorismo e nega envolvimento.
O governo de Cuba informou que 32 de seus cidadãos morreram durante a operação de retirada de Nicolas Maduro, o presidente da Venezuela, para os Estados Unidos. Havana decretou luto oficial de dois dias, 5 e 6 de janeiro, e comunicou que haverá mortos e funerais, sem oferecer muitos detalhes sobre localização, modo de atuação ou número de guardas envolvidos.
Segundo o comunicado cubano, todos os falecidos eram integrantes das Forças Armadas e de agências de inteligência do país. A nota destaca que os compatriotas cumpriram suas funções com “dignidade e heroísmo” em combate direto contra os supostos agentes atacantes ou em decorrência de bombardeios às instalações.
Maduro, de 63 anos, e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos pelas forças norte-americanas na capital Caracas e enviados para os Estados Unidos. O presidente venezuelano permanece em um centro de detenção em Nova York, enquanto aguarda audiência judicial relacionada a acusações de narcoterrorismo. A liderança cubana não informou, publicamente, quantos cubanos estavam de guarda na operação.
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