- A operação dos EUA capturou Nicolás Maduro perto de Caracas e o transferiu para Nova York para julgamento.
- A CIA teve um informante no governo venezuelano, que forneceu dados detalhados sobre os movimentos, residência, viagens, alimentação, vestimenta e até as mascotes de Maduro.
- A recompensa de até 50 milhões de dólares por informações que levassem à detenção de Maduro foi anunciada pela Procuradora Geral dos EUA e ajudou a viabilizar a operação.
- O esforço envolveu a Delta Force e várias agências de inteligência, com apoio de um informante dentro do governo venezuelano para rastrear o líder.
- Maduro e Cilia Flores teriam sido localizados em uma instalação militar próxima a Caracas, antes de serem presos e levados para a capital norte-americana.
A notícia afirma que uma operação militar dos EUA na Venezuela, com participação da Delta Force, resultou na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, perto de Caracas. Segundo fontes, a ação ocorreu após uso de inteligência da CIA para localizar o casal e facilitar a transferência para Nova York, onde seriam julgados por narcoterrorismo. O episódio é apresentado como a maior intervenção militar dos EUA na região em décadas.
De acordo com reportagens, a CIA infiltrou-se no governo venezuelano no verão anterior e manteve uma rede de informantes. Um agente teria fornecido dados detalhados sobre deslocamentos, moradia, rotas, hábitos alimentares e até as mascotas de Maduro, permitindo prever onde ele dormiria e como evitar vigilâncias. A captura foi conduzida pela Delta Force em uma instalação militar próxima a Caracas.
A operação resultou na transferência de Maduro para Nova York, onde a acusação o aponta como ligado a organizações de drogas e ao narcotráfico, incluindo o Tren de Aragua. A divulgação de que a CIA esteve presente no país antes da ação reforça o papel de inteligência na estratégia de pressão estadunidense sobre o regime venezuelano.
Detalhes da infiltração
Relatos do The New York Times e da CNN indicam que um pequeno grupo de agentes da CIA viajou a Caracas de forma dissimulada em agosto, estabelecendo contatos que culminaram na identificação de um informante dentro do governo de Maduro. A fonte operacional teria permitido mapear padrões e movimentos do presidente.
Contexto e desdobramentos
A divulgação coincide com anúncios de alta recompensa feitas pela Casa Branca por informações que levassem à detenção de Maduro, elevando o prêmio a 50 milhões de dólares. Autoridades dos EUA descrevem Maduro como ligado a atividades criminosas que afetam a segurança nacional.
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