- O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse que os EUA bombardearam uma “fábrica” de cocaína na Venezuela, mas não apresentou provas nem data do ataque.
- O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou apenas um ataque a um porto venezuelano supostamente usado para carregar drogas, com a CIA envolvida e sem vítimas.
- A CNN aponta que a CIA teria realizado um ataque com drone na instalação portuária ligada à organização criminosa Tren de Aragua, destinada a armazenar drogas; não havia pessoas no local.
- A tensão entre Estados Unidos e Venezuela vem aumentando desde agosto, com recompensa de até US$ 50 milhões pela prisão de Maduro e envio de tropas e aeronaves ao Caribe para combate ao narcotráfico.
- Além disso, os EUA apreenderam um petroleiro próximo à Venezuela, Trump anunciou um bloqueio total a petroleiros sancionados venezuelanos e há relatos de planos para os próximos passos caso Maduro seja deposto.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que os Estados Unidos bombardearam uma suposta fábrica de cocaína na Venezuela. Segundo Petro, o ataque ocorreu em Maracaibo, mas ele não apresentou provas nem datas. O objetivo seria impedir a mistura de pasta de coca com destino à produção de cocaína.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou apenas um ataque a um porto venezuelano utilizado para carregar drogas, sem indicar vítimas. Conforme apuração da CNN, a CIA realizou o ataque com drone na instalação portuária, ligada a operações de uma organização criminosa. Nenhum trabalhador estava no local no momento.
Contexto da tensão EUA-Venezuela
Desde agosto, a relação se agravou com o aumento da recompensa por informações que levem à prisão de Maduro. As forças americanas deslocaram aeronaves, veículos e milhares de militares para o Caribe, incluindo um grupo de ataque de porta-aviões. Operações envolveram ataques a embarcações no Caribe e no Pacífico, com questionamentos sobre legalidade.
A Casa Branca acusa Maduro de ligação com narcotráfico e com o Cartel de Los Soles. Além disso, Estados Unidos estudam próximos passos caso haja desdobramentos políticos na Venezuela. Em novembro, Trump manteve contato telefônico com Maduro; o venezuelano teria sido ouvido em um ultimato para deixar o poder.
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