- A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada o texto do PL da Dosimetria, que prevê a redução de penas de condenados na trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
- O ministro Guilherme Boulos (PSOL) afirmou que pautar o PL foi erro grave e que a Câmara está de costas para o povo, durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
- Glauber Braga (PSOL-RJ) foi retirado à força da Mesa Diretora após protesto contra a possível cassação; a sessão teve cortes de sinal da TV e a imprensa foi impedida de acompanhar o tumulto, com jornalistas agredidos no plenário.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), recebeu críticas de seu principal apoiador, Arthur Lira (PP-AL), e sofreu derrota na tentativa de cassar Braga, com o plenário aprovando apenas a suspensão.
- A reação à condução da Câmara culminou com cobranças por reorganização da Casa, enquanto Motta disse que a presidência não é ferramenta de revanchismo.
O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou nesta sexta-feira que pautar o PL da Dosimetria foi um erro grave e que o presidente da Câmara, Hugo Motta, coloca o Legislativo de costas para o povo. A declaração foi dada durante um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.
Na quarta-feira, a Câmara aprovou, durante a madrugada, o texto que reduz penas de condenados na trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Horas antes, Glauber Braga foi retirado à força da Mesa Diretora após protestar contra possível cassação.
Ponto de virada na sessão
A Câmara também cortou o sinal da TV e impediu a imprensa de acompanhar o tumulto no plenário. Jornalistas presentes relataram agressões por parte de policiais legislativos durante o episódio.
Guilherme Braga, Oliveira Braga? (observação: manter apenas informações fornecidas; evitar duplicidade). Em meio às críticas, Motta enfrentou descontentamento de aliados, incluindo o deputado Arthur Lira, que questionou a condução da cassação de Glauber Braga. Lira atribuiu irritação a uma suposta desorganização na Casa.
Motta respondeu às críticas, dizendo que a presidência não é ferramenta de revanchismo. Ele manteve a defesa da decisão de suspender Braga, após tentativa de cassação, e afirmou que a Câmara precisa de reorganização para manter o funcionamento.
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