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Trump assina acordo que o Irã classifica como registro de fracasso dos EUA

Trump assina acordo com o Irã, visto por Teerã como "recorde de falha dos EUA" e que prevê concessões para reabrir o estreito de Hormuz

Copies of an Iranian daily newspaper – bearing an image of the US president and a headline that reads ‘Gone with the wind’ – for sale in Tehran.
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  • O presidente Donald Trump assinou um acordo de quatorze pontos com o Irã, buscando encerrar o conflito e reabrir o estreito de Hormuz, com concessões financeiras ao país.
  • Trump disse que houve uma “grande vitória” para os EUA, envolvendo direitos civis de enriquecimento de urânio para uso civil e a possibilidade de devolver bilhões de dólares em ativos iranianos congelados.
  • O Irã qualificou o acordo como “registro de falha dos EUA”; o principal negociador iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse que o acordo será visto e julgado pelo povo.
  • Reação entre os republicanos dos EUA: o senador Lindsey Graham houve uma visão mais branda após conversa com o enviado especial Steve Witkoff, enquanto o senador Ted Cruz contestou o acordo, e o senador Bill Cassidy disse que “Reagan está se virando no sepulcro”.
  • O conjunto de informações também ressalta que o acordo chega em meio a uma saída pragmática de um conflito de alta intensidade, com custos políticos para quem negociou.

Os acordos militares entre os EUA e o Irã, anunciado pelo governo de Washington, buscam encerrar o conflito e reabrir o estreito de Hormuz, sob críticas de Teerã. O acordo prevê 14 pontos com concessões financeiras e de política externa para evitar uma depressão mundial, segundo fontes.

O presidente dos EUA, Donald Trump, descreveu o pacto como uma vitória significativa, mas reconheceu mudanças nas exigências anteriores, incluindo o direito do Irã de enriquecer urânio para uso civil e a discussão sobre a entrega de ativos iranianos congelados. O objetivo é encerrar o conflito apesar do custo político.

O porta-voz iraniano Mohammad Bagher Ghalibaf chamou o acordo de falha histórica dos EUA, dizendo que o veredito será visto pelo povo. A reação de legisladores republicanos variou, com convidados a elucidar posições após conversas com assessores especiais.

Reações e desdobramentos na política

Senador Lindsey Graham descreveu o acordo como produtivo após diálogo com o enviado especial, enquanto Ted Cruz criticou duramente a medida, afirmando que dar bilhões a potências religiosas é ruim. Outro senador, Bill Cassidy, minimizou o impacto das mudanças.

Kiev e Moscou sob ataque e consequências

Drones ucranianos atingiram várias áreas de Moscou, incluindo uma refinaria de petróleo que pegou fogo. A fumaça alta levou ao cancelamento de voos em aeroportos da capital e revelou vulnerabilidades logísticas da cidade durante o conflito.

Outros desdobramentos do dia

A administração Trump ingressou com uma ação para impedir o primeiro programa de reparações raciais em Evanston, Illinois, alegando inconstitucionalidade dos critérios usados. O programa visa compensar residentes negros e descendentes por discriminação habitacional.

Destaques adicionais

A guarda de incêndio em Los Angeles encerrou-se em um galpão de 500 mil pés quadrados, com nuvens de amônia. Questões sobre vínculos entre universidades e o caso Epstein também aparecem em reportagens, além de ações regulatórias envolvendo direitos de transgênero.

Perspectivas e contexto

O Guardian aponta que a saída do conflito mostra pragmatismo diante de custos políticos. Questionamentos sobre espionagem, alianças regionais e estratégias de defesa continuam a moldar o cenário político internacional nos próximos dias.

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