- Lula, em reunião do G7 na Alemanha, afirmou que nunca foi esquerdista e que sua trajetória política busca um projeto de país que una diferentes forças políticas e sociais.
- Ele destacou o sistema eleitoral brasileiro como exemplo de democracia consolidada que pode servir de modelo para outros países.
- O presidente disse que a ONU deveria adotar o modelo de votação do Brasil, por ser transparente, seguro e confiável.
- Lula pediu reforma da ONU para melhor representar os interesses dos países em desenvolvimento e ressaltou a importância da cooperação internacional.
- O presidente afirmou que o Brasil tem avançado no combate à desigualdade e à inclusão social, enfatizando que o mundo também deve avançar nesse sentido.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta segunda-feira da cúpula do G7 na Alemanha, onde apresentou defesa ao sistema eleitoral brasileiro e apontou que a ONU deveria adotar o modelo de votação do Brasil. A fala ocorreu durante a agenda institucional do encontro entre líderes das maiores economias.
Lula afirmou que jamais se identificou como de esquerda, destacando uma trajetória voltada a um projeto de país capaz de unificar diversas forças políticas e sociais. Segundo ele, o sistema eleitoral brasileiro seria um exemplo de democracia estável e passível de servir de referência internacional.
O presidente ressaltou a transparência, a segurança e a confiabilidade do modelo eleitoral do Brasil, defendendo que a ONU incorpore esse formato. Ele argumentou que a cooperação internacional é essencial para enfrentar desafios globais e fortalecer instituições multilaterais.
Em seguida, Lula enfatizou a necessidade de uma reforma na ONU para ampliar a representatividade dos países em desenvolvimento. Ele declarou que a cooperação entre nações é crucial para avanços compartilhados e redução de desigualdades.
Lula também comentou avanços do Brasil no enfrentamento da desigualdade social e na inclusão, acrescentando que o mundo pode seguir esse caminho rumo a maior equidade. O governador ressaltou o papel do Brasil na agenda de cooperação internacional durante o encontro.
A reunião do G7 ocorre na Alemanha, reunindo lideranças das maiores economias globais. O presidente brasileiro compareceu como convidado especial, ganhando destaque por posicionamentos voltados a democracia e ao fortalecimento de relações internacionais.
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