- Nesta sexta-feira, oito alunas do internato feminino Utumishi, em Gilgil, foram detidas sob suspeita de envolvimento no incêndio que deixou 16 mortes.
- O incêndio ocorreu na madrugada de quinta-feira no dormitório de um prédio de dois andares, que tinha capacidade para 270 estudantes.
- Ao todo, 16 alunas morreram e 79 ficaram feridas; os corpos foram encontrados no dormitório do andar superior.
- A polícia informou que investiga a origem do fogo, vestígios de combustão, possíveis acelerantes e condições das instalações elétricas para determinar a causa.
- As autoridades continuam coletando depoimentos e analisando provas para reconstruir a sequência dos fatos e a motivação.
Oito alunas de um internato feminino queniano foram detidas na sexta-feira (29), acusadas de iniciar o incêndio que matou 16 colegas na madrugada de quinta-feira em Gilgil. A polícia informou que as jovens estão sob custódia e que a investigação continua.
O incêndio ocorreu em um dormitório da escola Utumishi, na cidade de Gilgil, cerca de 100 km ao norte de Nairóbi. O prédio de dois andares tinha capacidade para 270 estudantes; 16 corpos foram encontrados no andar superior.
Segundo as autoridades, as primeiras investigações identificaram as oito alunas como potenciais suspeitas de envolvimento no planejamento e na execução do suposto incêndio criminoso. A polícia não informou o número exato de estudantes presentes no dormitório no momento.
A perícia busca estabelecer a origem do fogo, identificar possíveis fontes de ignição e avaliar instalações elétricas, além de analisar vestígios de combustão e a presença de acelerantes. Dados completos devem orientar a determinação da causa e da sequência dos acontecimentos.
Detenções e investigação em curso
- Investigadores seguem colhendo depoimentos e reunindo provas para reconstruir os fatos e as motivações por trás do incidente.
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